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Palmas, Tocantins, Brasil
sexta-feira, setembro 22, 2017

MARCO AURÉLIO JACOB

marcojacob_espacodacidadaniaNascido em Curitiba em 1981, Marco Aurélio Jacob fez faculdade de Publicidade e Propaganda, especialização em Comunicação e Semiótica. Ganhou prêmios com o curta metragem “Manifesto – O sentimento arquivado” e na TV Paraná Educativa com um especial sobre a África no programa “Alegria de Viver”. É Professor Universitário no Curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda, trabalha com fotografia, roteiros, produção e direção de TV, cinema e documentários. Atuando em produtoras de cinema e vídeo e em projetos da Lei de Incentivo a Cultura, como produtor da “Expedição Coração do Paraná” por exemplo, que foi o maior registro foto e vídeo documental da história do Paraná, com a realização de um documentário média metragem e a publicação de um livro com mais de 500 páginas de fotos de Orlando Azevedo e . Participou de inúmeros festivais e mostras de cinema na Europa com os curtas “Manifesto” e “Homem Guarani”, documentário também de sua autoria. Como fotógrafo participou de um livro coletivo de fotógrafos publicado em Lisboa, o “Da luz e da Sombra”, fez fotos para livros didáticos e para o Projeto “7 Joias de Natividade”. É Membro do Coletivo de Documentaristas do Tocantins. Desenvolve e dá consultoria de projetos culturais e audiovisuais sendo contemplado em vários editais com temáticas culturais do Estado. “Passei por mais de 20 países entre América, Europa e Oriente Médio e vi no Cerrado um lugar para construir um lar e fazer a diferença aprendendo e ensinando, errando e acertando. Mas sempre em busca do caminho do bem”, afirmou.

MARIA JOSÉ COTRIM

mjNatural de Igaporã (BA), Maria José Alves Cotrim, 28 anos, é Jornalista, Especialista em Comunicação Étnico-Racial e Marketing Político. Membro da Coordenação Nacional de Jornalistas pela Igualdade Racial – Cojira, é idealizadora e Coordenadora do Instituto Crespas.TO, entidade que há três anos leva palestras e oficinas gratuitas de conscientização contra o preconceito nas escolas, universidades e vários espaços sociais por todo o Tocantins. O movimento foi reconhecido como um dos principais do Estado na luta pelos Direitos Humanos pela Assembleia Legislativa do Estado. Na cobertura jornalística há 10 anos no Tocantins a jornalista passou pelos principais veículos do Estado e trabalhou na Assessoria de Comunicação e Imprensa de vários órgãos e entidades de várias áreas acompanhando assim os principais fatos do Estado na última década. “Sou uma apaixonada pelo Tocantins sua história, rodei os 139 municípios do Estado e tive a oportunidade de constatar que povo do Tocantins é aguerrido e que temos aqui verdadeiras histórias vivas que tornam o mais novo Estado da federação rico de personagens sociais. Como jornalista, quero contribuir para o desenvolvimento da Comunicação do Estado. Acredito numa comunicação cada dia melhor e que vá de encontro aos anseios da população de Palmas ao Bico do Papagaio. A Gazeta do Cerrado chegou para fazer a diferença!”,afirma a Jornalista.

A SIRIEMA

iconeO mascote da Gazeta do Cerrado, que compõe a logo da Gazeta é a Siriema, uma sugestão de Marcelo Silva, consagrado publicitário tocantinense.

A logomarca da Gazeta do Cerrado assim como o portal, foram desenvolvidos pelo designer gráfico e webdesign tocantinense Rogério Carneiro.

A Siriema é uma ave típica do Cerrado Brasileiro, de porte médio, muito veloz, sua principal característica é o seu canto, que pode ser ouvido a mais de um quilômetro de distância. No campo, ouvir o canto da Siriema é chuva na certa ou algum perigo nas proximidades. O que faz dela a mensageira do Cerrado, unindo a simbologia e o conceito que buscávamos na identidade visual deste veículo de comunicações que se instala no calor do Cerrado.

O CERRADO

Cerrado

O Cerrado é o segundo maior bioma da América do Sul, ocupando uma área de 2.036.448 km2, cerca de 22% do território nacional. A sua área contínua incide sobre os estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Bahia, Maranhão, Piauí, Rondônia, Paraná, São Paulo e Distrito Federal, além dos encraves no Amapá, Roraima e Amazonas. Neste espaço territorial encontram-se as nascentes das três maiores bacias hidrográficas da América do Sul (Amazônica/Tocantins, São Francisco e Prata), o que resulta em um elevado potencial aquífero e favorece a sua biodiversidade.

Uma característica peculiar do Cerrado é o seu sistema subterrâneo que evoluiu para captar a água de que precisa no lençol freático, situado a alguns metros da superfície. Isso faz com que o sistema subterrâneo também tenha capacidade de armazenar grandes quantidades de água e nutrientes, garantindo a sobrevivência em períodos de seca e, ainda, portar gemas reprodutivas que possibilitam a pronta rebrota da vegetação.

Considerado como um dos hotspots mundiais de biodiversidade, o Cerrado apresenta extrema abundância de espécies endêmicas, aquelas que são e vivem somente da própria região. Do ponto de vista da diversidade biológica, o Cerrado brasileiro é reconhecido como a savana mais rica do mundo, abrigando 11.627 espécies de plantas nativas já catalogadas. Cerca de 199 espécies de mamíferos são conhecidas, e a rica avifauna compreende cerca de 837 espécies. Os números de peixes (1200 espécies), répteis (180 espécies) e anfíbios (150 espécies) são elevados.

Além dos aspectos ambientais, o Cerrado tem grande importância social. Muitas populações sobrevivem de seus recursos naturais, incluindo etnias indígenas, quilombolas, geraizeiros, ribeirinhos, babaçueiras, vazanteiros e comunidades quilombolas que, juntas, fazem parte do patrimônio histórico e cultural brasileiro, e detêm um conhecimento tradicional de sua biodiversidade.

Mais de 220 espécies têm uso medicinal e mais 416 podem ser usadas na recuperação de solos degradados, como barreiras contra o vento, proteção contra a erosão, ou para criar habitat de predadores naturais de pragas. Mais de 10 tipos de frutos comestíveis são regularmente consumidos pela população local e vendidos nos centros urbanos, como os frutos do Pequi (Caryocar brasiliense), Buriti (Mauritia flexuosa), Mangaba (Hancornia speciosa), Cagaita (Eugenia dysenterica), Bacupari (Salacia crassifolia), Cajuzinho do cerrado (Anacardium humile), Araticum (Annona crassifolia) e as sementes do Barú (Dipteryx alata).

(com informações do Ministério do Meio Ambiente e da Secretaria de Meio Ambiente de São Paulo)

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