Ao Vivo na TV Amastha fala sobre questões polêmicas, comenta Operação e defende governadorias como solução

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Maria José Cotrim

O candidato ao governo Carlos Amastha do PSB, foi entrevistado ao vivo pela TV Anhanguera na manhã desta terça-feira, 11. Ele começou afirmando que a situação de desistência foi uma questão pontual e que sua história não é desistência.  “Se me considero empresário de sucesso é porque errei muito e voltei atrás”

Ele afirmou ainda que não entrou na politica para roubar e que não encontrão nada na sua ficha.  “Se alguém tem ficha limpa nesse estado sou eu”

Amastha foi questionado sobre questões da gestão de Palmas quando era prefeito. “Cabe aos órgãos de controle questionar mas é a justiça que decide”, disse sobre o BRT que ainda não saiu do papel.

Questionado se ele fará o BRT como governador do Estado. “É claro que vamos fazer, é meu sonho”, disse. Ele foi questionado ainda sobre a greve da Educação em Palmas. Ele disse que é aberto ao diálogo e disse que o Sindicato na época reclamava coisas descabidas. “Mais que duplicamos a folha de pagamento”, disse ao pregar que houve avanços na Educação.

Ele comemorou ainda os resultados do Ideb. “O que fizemos com Palmas faremos com o Tocantins”, disse.

Sobre a criação das 10 governadorias Amastha explicou sobre os custos e disse que é uma grande sacada “Precisamos levar serviços de qualidade em todos os cantos do Estado”, disse. “Vamos levar os serviços na ponta em cada uma destas regiões, temos potencialidade pra isso”, pontuou.

Outro ponto questionado foi sobre a proposta de incentivo ao Esporte e o jornalista lembrou da Operação jogo Limpo na qual Amastha teve aliados presos. “Uma coisa não muda a outra, um erro não quer dizer que vamos deixar de fazer políticas para o Esporte”, disse. Segundo ele ainda não está provado que houve irregularidades por parte da prefeitura. “Nunca na vida você vai encontrar algo que desabone este homem público, disse. Ele disse que vai criar um conselho para fiscalizar a aplicação dos recursos.

Amastha também foi questionado sobre o estacionamento rotativo em Palmas que não deu certo. “A gente deu conta de implantar sim, o TCE entendeu que tinha que refazer os processos”, disse ao afirmar que a gestão publica está sujeita a isso.

Sobre segurança no trânsito e a gestão na área na capital, Amastha afirmou que houve avanços e que as mortes caíram. “Problemas pontuais são passíveis de acontecer”, disse.

Nas considerações finais Amastha pediu o voto e disse:”chega de mentira, chega de falsidade”, disse

 

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