Busca por respostas: família de médico assassinado em Goiás pede que crime seja desvendado

Corpo de médico assassinado em Goiás é velado — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

A família do médico do Exército Gabriel Costa Lima, de 29 anos, assassinado em Goiás, pede que o crime seja desvendado o mais rápido possível. O jovem foi encontrado morto em uma estrada vicinal próximo à Cachoeira dos Cristais, na Chapada dos Veadeiros, em Alto Paraíso de Goiás. O corpo  foi velado na Câmara de Vereadores até o início da manhã. Por volta de 8h, foi levado para o Santuário Diocesano Santa Rita de Cássia, onde foi realizada uma missa.

O enterro foi por volta das 10h, no cemitério municipal de Augustinópolis, região norte do Tocantins.

“Espero que seja esclarecido. Cada um tem o seu momento de pagar o que faz, a gente aguarda só que seja esclarecido”, disse a mãe do rapaz, Lucíola Alvim Costa.

Ela ainda comentou que a notícia da morte do filho foi recebida com dor e angústia pela família. “É um momento de muita dor, muita angústia por todo o acontecido. Foi inesperado, uma fatalidade. A família está desolada, estamos muito chocados com tudo”, disse.

No velório, realizado em Augustinópolis, parentes e amigos não contiveram as lágrimas. Uma tenda foi montada em frente à Câmara de Vereadores para que moradores da cidade acompanhassem a cerimônia.

Médico foi encontrado morto com quatro tiros em uma estrada vicinal – Reprodução Facebook

Nas últimas semanas, o médico estava em Brasília participando de um curso. Na quinta-feira (11), véspera do feriado de Nossa Senhora Aparecida, ele ligou para a mãe. Esse foi o último contato dos dois.

“Ele disse que não conhecia a região da Chapada dos Veadeiros e que iria aproveitar o feriado para conhecer. Sempre fez trilhas. Ele gostava muito, tinha curso de mergulho, sempre visitou esses lugares, então isso não me trazia preocupação porque ele era acostumado”, contou Lucíola.

O corpo foi encontrado na madrugada de sábado (13), com quatro marcas de tiros. A suspeita da Polícia Civil é de execução. “Esses tiros na nuca e na bochecha nos leva a crer isso. Se fosse um assalto, não teria necessidade desses disparos. Porém, não descartamos outras hipóteses”, disse o delegado Yasser Yassine, que comanda a investigação.

Fonte: G1 Tocantins

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