Servidores de Filadélfia reclamam de salários

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Divulgação

Os servidores públicos de Filadélfia, norte do Estado, procuraram a Associação dos Servidores Públicos Municipais no Estado do Tocantins (ASPMET) para denunciar a forma desrespeitosa com que a prefeitura vem tratando os direitos dos servidores. Segundo os servidores, a prefeitura vem atrasando por meses consecutivos os seus salários e que também não tem uma data definida para que os mesmo recebam. A ASPMET destaca que os atrasos causam grande transtorno, pois os servidores não estão conseguindo honrar os seus compromissos.

Os servidores relataram também que a prefeitura também não está pagando a indenização de férias dos servidores e não está concedendo novas férias. Os servidores denunciaram também que o prefeito Ivanilzo Gonçalves de Alencar não autorizou o Recurso Humano (RH) da prefeitura a fazer os descontos dos servidores associados na ASPMET. “Ficou bem claro que isso é para atrapalhar a atuação da entidade no município e com isso os servidores ficariam sem ter quem falasse por eles”, destaca o presidente da ASPMET, Ronaldo Sérgio Alves de Sousa.

Para o Ronaldo Sérgio, o que o município está fazendo é um absurdo, pois é inaceitável que os servidores recebam seus salários com atraso e ainda não ter uma data definida para que esses pagamentos estejam em suas contas. Sobre o não pagamento das férias, o presidente frisa que a lei é bem calara e o servidor tem que receber seu um terço de férias no mês em que está gozando delas.

A ASPMET tomará as providências judiciais para solucionar esses problemas e também os pagamentos dos adicionais noturno, de periculosidade e de insalubridade. Sobre o RH não fazer os descontos dos servidores membros da associação, a ASPMET conversou com o jurídico da prefeitura, que informou que a decisão foi de proibir foi do prefeito.

Para o presidente, tal atitude mostra que o prefeito está agindo de forma truculenta para impedir a atuação da ASPMET no município, além da estar descumprindo o artigo 8º da Constituição Federal. “Isso não irá nos impedir de defender o direito dos nossos associados, estamos programando atos para realizar no município e uma paralisação não está descartada”, frisou Ronaldo Sérgio.

 

 

Fonte: Assessoria

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