Cem dias: Eduardo Gomes prega amadurecimento político e institucional e defende capacidade de diálogo de Bolsonaro

Eduardo Gomes concedeu entrevista à TV Senado na qual comentou os 100 dias de governo da gestão do presidente Jair Bolsonaro

Maju Cotrim

O senador Eduardo Gomes concedeu entrevista à TV Senado na qual comentou os 100 dias de governo da gestão do presidente Jair Bolsonaro. Ele que é vice-líder da gestão no Senado.

Ele falou da pesquisa Data Folha que mostrou queda na popularidade do presidente Bolsonaro.

Das 35 metas do governo, maioria das metas teriam sido cumpridas. Gomes afirmou: “Respeito aos diagnósticos, aos questionamentos, mas acredito que o presidente Jair Bolsonaro a partir da forma como está sendo eleito,. Consistência da sua eleição…como a população brasileira teve deixado de maneira muito significativa o desejo de mudança, ele foi eleito numa cama, doente… Suas idéias foram forte o suficiente para a população brasileira”, começou avaliando.

“Quando você ganha uma eleição de maneira inédita você tem um começo de governo também inédito”, disse ao citar que alguns temas continuam preponderantes como a Reforma da Previdência.

O senador afirmou ainda: “Entendo que o impacto é relativo com relação ao que o governo ainda pode fazer”, disse. Ele disse ver com reservas o sistema de avaliação de pesquisas porque a que vale mesmo é a que o eleitor submete o gestor de quatro em quatro anos. “Vejo hoje com muitas restrições revelando através das pesquisas ainda de forma superficial”, disse.

Ele disse que o relacionamento diferente do governo com o Congresso também pesa no novo governo.

Sobre a composição da articulação política no Senado ele disse que a independência dos poderes depende do governo. “O Congresso neste momento esta compreendendo essa estratégia”, disse ao citar que os ministros são presentes no Congresso. “É um processo de adaptação”, disse.

Senador Eduardo Gomes

Gomes afirmou ainda que há um início de um debate mais profundo de composições políticas e também com influência e ajuda das redes sociais.

“As pesquisas pouco tem a ver com que o governo vai fazer na prática”, disse.

“Num momento em que o país e a classe política discute a qualidade das pesquisas: ainda bem que instituto de pesquisa não faz remédio senão ia morrer muita gente”, disse.

Ele pregou um amadurecimento político e institucional e disse que o presidente Jair Bolsonaro tem capacidade de diálogo com os poderes. ” É um exercício permanente… Poucas vezes vi a disposição de tantos ministros”, disse.

“100 dias e um tempo de mostrar características mas a forma de governar se mostra num tempo maior”, disse

Assista a íntegra do vídeo abaixo:

 

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