Espelhos da vida: a representatividade negra nos espaços de poder

Por Gazeta do Cerrado | 17/11/2020

Última atualização em 17/11/2020 19:34

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Especial  1º Seminário Antirracista da Gazeta do Cerrado

Dado o contexto atual em que a globalização aproxima cada vez mais as pessoas, as plataformas digitais se tornaram uma importante ferramenta para mostrar o quanto as pessoas influenciam diretamente na vida das outras, a partir desse contato virtual. Tal influência, se dá na representatividade que determinado indivíduo significa para o outro, nas quais estão pautadas opiniões (posicionamentos), participação política, movimentos sociais, entre outras particularidades.

Compreender a diversidade de raça, de crenças nesse campo, é ultrapassar as barreiras impostas pelo preconceito, pelo racismo, pela intolerância, uma vez que o estereótipo já se tornou cultural.

A representatividade negra cada vez mais está buscando nesses espaços, uma forma de quebrar tais paradigmas como o de enxergar uma pessoa para além da escravidão. Essa luta diária se fortalece, a partir do momento em que tal comportamento se reflete na vida das pessoas, de forma direta ou indireta.

Desde 1999, a revista Time promove um debate entre acadêmicos com o objetivo de selecionar as cem pessoas mais influentes do mundo. Nesta seleção engloba qualquer característica de pessoa, não importa suas ações, apenas se estas foram capazes de mudar o mundo de alguma forma. Essa lista é dividida em quatro categorias: Mídia e Cultura, Negócio e Empreendedorismo, Humanitarismo e Ativismo, Política e Governança. Em todas as edições, o ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama esteve presente 11 vezes na lista, sendo o que mais participou.

Nessa lista, dez brasileiros negros se destacam, dado que cada um exerce forte influência sobre diversos movimentos no país. São eles:                                

1- Paulo Paim- Senador da República

Paulo Paim imagem Expresso pb (1)

Paulo Paim nasceu na cidade de Caxias do Sul, RS, um dos dez filhos do casal Ignácio Alves Paim e Itália Ventura da Silva Paim.

De família sem recursos, começou a trabalhar com 8 anos de idade. Aos 12 anos conquistou uma vaga no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, onde fazia o curso técnico durante o dia, ao mesmo tempo em que fazia o ginásio no Ginásio Alberto Pasqualini, onde foi presidente do grêmio estudantil.

Em 1985 filiou-se ao PT e no ano seguinte foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul, sendo deputado constituinte. Foi vice-líder do partido entre 1989 e 1991. Foi reeleito deputado sucessivamente em 1990, 1994 e 1998. Entre 1993 e 1994 presidiu a Comissão de Trabalho, Administração Serviço Público da Câmara dos Deputados. Também provocou polêmica em 2001 quando, ao protestar contra projeto que alterava a CLT, rasgou um exemplar da Constituição Federal, e posteriormente o documento que pedia a cassação de seu mandato por este ato.

Nas eleições de 2002 disputou o cargo de senador, sendo eleito após uma disputa bastante acirrada pela segunda vaga contra a colega de chapa Emília Fernandes.

Em 2010, no Rio Grande do Sul, disputou a reeleição ao Senado, sendo o mais votado com 33,83% dos votos válidos.

É o co-autor do projeto original da lei brasileira de inclusão de 2015, que criou o Estatuto da Pessoa com Deficiência, entrando em vigência em março de 2016.

Em 2018, foi reeleito ao cargo com 1.875.245 votos. Com isso, Paim foi o único senador das regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste a ser reeleito.

 

2- Erica Malunguinho-Deputada estadual e educadora- primeira transgênero da lista

Erica Malunguinho foto Sérgio Fernandes

Nasceu em Recife em 20 de novembro de 1981. É uma educadora, artista plástica e política brasileira. É filiada ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL).

Ela foi designada como homem ao nascer, foi criada por sua mãe e família e cresceu em Recife, Pernambuco. O sobrenome “Malunguinho” refere-se ao culto a Jurema Sagrada, uma entidade das florestas de Pernambuco em Catucá. Esta é uma região pela qual seus ancestrais passaram. O termo “Malungo” é usado por descendentes de africanos da família Bantu para significar “camarada” ou “companheiro”. É assim que os escravizados referem-se a outra pessoa que, como eles, atravessou o oceano e começou uma nova vida.

Após o ensino médio, Erica sentiu como se “tivesse que viver outra vida”. Mudou-se para São Paulo aos dezenove anos com a ideia de se reinventar. Na capital paulista começou a reconhecer melhor sua identidade de gênero silenciada e começou a se entender como uma mulher trans. “Eu sempre fui trans. Estava vivendo uma vida gay e uma vida trans ao mesmo tempo”. Com o apoio da mãe, Silva escolheu seu novo nome.

Nos anos seguintes, Erica frequentou a Universidade de São Paulo, cursando mestrado em estética e história da arte. Ela passou um tempo trabalhando como artista plástica e produziu fotografia, performances, escritos e desenhos.

Em 2016, Erica transformou seu estúdio de arte no centro cultural e político Aparelha Luzia. Foi concebido como um “quilombo urbano” e rapidamente tornou-se conhecido como um dos espaços culturais negros mais influentes e importantes do Brasil.Aparelha Luzia é visto como um dos mais proeminentes centros de resistência negra, reunindo negros para encontrar abrigo contra o racismo que enfrentam diariamente. Além disso, também é considerado um local para apresentar produções artísticas e intelectuais com o objetivo de difundir a produção cultural e política da negritude.

Aos 36 anos, Erica tornou-se a primeira mulher trans a ser eleita para uma assembleia legislativa no Brasil. Uma de suas principais motivações para concorrer foi o assassinato de Marielle Franco, uma política afro-brasileira LGBT. Ela deseja promover uma recepção compassiva em hospitais e delegacias de polícia para sobreviventes de agressão sexual e defender a garantia de atendimento civil e tolerante para mulheres que procuram abortos.

 

3- Alan Soares- trader, empresário e um dos fundadores do Movimento Black Money

Alan Soares crédito Movimento Black Money (1)

Formado como Gestor em Comércio Exterior pela UNESA, com especialização em Marketing pela George Brown College (Toronto-Canadá), MBA em Marketing Empresarial pela UFF, Alan iniciou-se no mundo dos investimentos em idos de 2004 e é um dos responsáveis pela ampliação da área de negócios da Trader Brasil Escola de Investidores. Founder e CSO do Movimento Black Money (O Hub de Inovação da Comunidade Negra), Empreendedor Social, Mentor, Trader e Educador financeiro atuando por mais de 10 anos no Grupo Trader Brasil.

Em 2016, quando começou a pensar no Movimento Black Money, o carioca Alan Soares, nascido em Pilares, na zona norte do Rio de Janeiro, perto do Morro do Urubu, tinha um objetivo muito claro na cabeça: combater, por meio do empreendedorismo e da geração de negócios entre a comunidade negra, os efeitos do racismo estrutural do país. Uma realidade responsável por estatísticas alarmantes, que passam por uma massa carcerária composta por 70% de negros, desníveis salariais que apontam para uma diferença de 44% entre os vencimentos de um homem branco e uma mulher negra e recusa de crédito três vezes maior para os afro empreendedores.

Pensando na necessidade de impulsionar o ecossistema de impacto e também envolver os empreendedores afro-brasileiros, iniciativas como o Movimento Black Money demonstram sua relevância. Além do resgate da ancestralidade e do protagonismo negro no universo empreendedor, tais organizações contribuem para a consolidação de iniciativas que trazem retorno à população afrodescendente.

O Movimento Black Money é um fomentador para o desenvolvimento do ecossistema do empreendedorismo negro. Tendo como principal função estimular o desenvolvimento do Mindset inovador de empreendedores e jovens negros para a criação de diferenciais competitivos no mercado.

Com foco em comunicação, educação e mídias, o MBM produz conteúdos nas áreas de inovação, tecnologia e finanças; além de ofertar cursos de curta duração nas áreas de marketing, gestão e tecnologia.

 

4- Samantha Almeida- diretora do twitter next no Brasil

Samantha Almeida crédito divulgação (1)

Moradora da Rocinha no Rio de Janeiro, filha de uma operadora de telemarketing e auxiliar de limpeza, ela é formada em moda e publicidade. Iniciou a carreira trabalhando em uma marca de beleza, na qual tratava das relações públicas, do lançamento e da seleção do produto.

Uma das homenageadas do Women to Watch 2020, Samantha é bacharel em Desenho de Moda e pós-graduada em Administração e Varejo, também foi líder de comunicação durante quase 10 anos, com passagens por Avon, The Estée Lauder Companies, Trifil & Scala e Levi Strauss Co. Com mais de 18 anos de carreira na área de comunicação e diversos prêmios por suas campanhas, Samantha se considera uma entusiasta da inovação a partir das pessoas, tem uma galeria dedicada ao grafite e participou de coletivos de música.

Enquanto ocupava o posto de head of content na Ogilvy Brasil, do grupo WPP, ela liderou o Content Studios, núcleo responsável pelo gerenciamento estratégico de redes sociais para as marcas da agência – entre elas Fanta, IBM, Kroton, HBO e todo o grupo Nestlé. Samantha comandou um time multifuncional criativo de quase 60 profissionais, levando ao universo das agências sua experiência de conexão entre marcas, influenciadores e cultura pop adquirida no grupo Music 2/Mynd como diretora de planejamento e inovação digital.

Como diretora do Twitter, ela tem a função de atuar em parcerias com anunciantes e agências para entender o comportamento das pessoas no Twitter, seus interesses e necessidades, para ajudar no desenvolvimento de estratégias, campanhas, conteúdos e definição do tom de voz, criando e testando formatos inovadores, para que as marcas possam fazer parte das conversas mais importantes do Twitter.

5- Iza- cantora e compositora

Iza foto reprodução instagram

Isabela Cristina Correia de Lima Lima nasceu no Rio de Janeiro em 03 de setembro de 1990. É uma cantora, compositora, apresentadora, multi-instrumentalista e publicitária brasileira.

É filha da professora de música e artes Isabel Cristina Lima e do militar naval Djama Leite Lima. Seus pais são primos de segundo grau, motivo pelo qual a cantora recebeu o sobrenome Lima duas vezes. Aos 6 anos mudou-se para Natal, no Rio Grande do Norte, quando seu pai foi transferido para servir a Base Naval de Natal. Durante a infância na capital potiguar sofreu racismo por ser uma das únicas crianças negras numa escola particular e tradicional da cidade do Natal.

Iza começou a cantar no coral de uma igreja na infância e, aos 14 anos, começou a fazer apresentações em paróquias e outros eventos quando retornou ao Rio de Janeiro, aos 19 anos de idade. Em 2009, aos dezoito anos, ingressou no curso de Publicidade e Propaganda na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro(PUC-Rio), se formando em 2013 e passando a trabalhar como editora de vídeo.Em 2015, paralelamente, criou um canal no Youtube e passou a publicar vídeos cantando músicas de outros artistas.

Em 2016, foi descoberta pela Warner Music através do seu canal no Youtube e assinou contrato com a gravadora. Em novembro lançou seu primeiro trabalho como cantora, o single promocional “Quem Sabe Sou Eu”, que foi incluída na trilha sonora da novela Rock Story. Em 27 de janeiro de 2017 lançou seu primeiro single oficial “Te Pegar”. Em 28 de abril foi lançado o single promocional “Vim Pra Ficar”, que um ano depois foi incluída na trilha sonora de O Sétimo Guardião. Em julho do mesmo ano gravou uma versão de “I Put a Spell on You”, famosa na voz da cantora estadunidense Nina Simone,, para a telenovela Pega Pega .Em 7 de agosto é lançado seu segundo single oficial, “Esse Brilho É Meu”. A faixa foi escolhida como tema da campanha publicitária da empresa de cosméticos L’Oreal, focada nos produtos para cabelos negros, tendo Iza estrelado o comercial da marca junto com a atriz Tais Araújo.

Em 29 de maio de 2019 foi anunciado que Iza seria a nova técnica da oitava temporada do show de talentos The Voice Brasil, ocupando a vaga de Carlinhos Brown. No mesmo ano, Iza dublou a personagem Nala e gravou a canção “Nesta Noite o Amor Chegou”, junto do ator e cantor Ícaro Silva, para o remake do filme O Rei Leão, da Disney. O filme levou mais de 15 milhões de espectadores aos cinemas do país.

Em setembro de 2019, foi anunciada rainha da bateria da Imperatriz Leopoldinense, escola da mesma região em que Iza nasceu, para o carnaval de 2020. Ainda em 2019, grava um dueto com Alcione para promover o encontro das duas no Rock in Rio, as duas gravam “Chain of Fools”, sucesso na voz de Aretha Franklin, o single teve produção de Zé Ricardo, curador do Palco Sunset do Rock in Rio e participação da Orquestra Rumpilezz. Previsto para ser lançado no segundo semestre de 2020, Iza revelou já ter gravado seu segundo álbum de estúdio, que terá canções com uma mistura de reggae, ragga, dancehall e trap.

6- Léo Santana- cantor

Léo Santana foto Agora RN

Leandro Silva de Santana é cantor e compositor, nascido em Salvador no dia 22 de abril de 1988. Criado no bairro do Lobato em Salvador, desde a adolescência sempre sonhou em trabalhar como músico, tanto que quando a família se reunia na casa dos avós na cidade de São Domingos, interior da Bahia, tinha o costume de dançar e cantar com os amigos.

Antes de entrar para a carreira artística, começou a trabalhar vendendo frango assado na praia, e fazendo coquetéis em bares, porém não conseguia muito dinheiro. Depois de um tempo trabalhando como auxiliar em salão de cabelereiro, com muito esforço, montou sua própria barbearia, o que já o possibilitava ajudar nas despesas da casa.

Começou sua carreira com o nome artístico Léo Silva, e passou a tocar percussão na Som Bahia, o primeiro instrumento tocado pelo cantor foi um cavaquinho antigo dado por sua mãe, e depois começou a tocar pandeiro em uma banda de samba de sua comunidade chamada Simplicidade Maior, mas por querer seguir carreira como vocalista decidiu sair da banda.

7- Renan de Souza- editor internacional da CNN

Imagem: Revista raça Brasil

Formado em Jornalismo, pós-graduado, mestre em Relações Internacionais e premiado pela Comissão Europeia de Turismo, Departamento de Estado dos EUA e Senado da Argentina, Souza acredita em um futuro com mais líderes negros que poderão ajudar a formar uma sociedade mais justa, principalmente sobre os espaços ocupados majoritaritariamente ocupado por brancos.

Ex-editor de Internacional no Jornalismo do SBT, Souza deixou a emissora de Silvio Santos após ser contemplado com uma bolsa Chevening, cedida pelo governo do Reino Unido, onde realizou seu mestrado e morou por dois anos. Ao voltar para o Brasil, ele foi contratado pela CNN Brasil. Atualmente, ele faz entradas no Jornal da CNN, no Agora CNN, entre outros telejornais.

Após visitar mais de 50 países e aprender a falar cinco idiomas diferentes, Souza atribui sua paixão pelo mundo a seus pais, que sempre o incentivaram a buscar conhecimento.

8 e 9- Brenda Agi & Betty Agi- fundadoras da ONG Compaixão Internacional

Brenda e Betty Agi foto Infindo Fotografia divulgação

Nascidas em 1990 e 1991, respectivamente, Betty (à esquerda) e Brenda (à direita) são irmãs, biomédicas, designers e gerentes de projetos. Todos os projetos da ONG Compaixão Internacional são desenvolvidos em conjunto pelas irmãs.  Betty se dedica ao planejamento estratégico e escopo e a Brenda ao gerenciamento de equipes e stakeholders. Filhas de pai moçambicano e mãe brasileira, sempre nutriram uma paixão por culturas e povos, por isso se sentem motivadas a desvendar problemas e encontrar soluções a fim de tornar o mundo um lugar melhor.

Além do trabalho voluntário na ONG, trabalham como consultoras e gerentes de projetos na empresa Genial Projetos. Desde 2011, se dedicam a ministração de palestras para jovens e adultos com o objetivos de inspirar pessoas a terem suas vidas e carreiras voltadas para o empreendedorismo social, despertando líderes em potencial. Já palestraram em dezenas de encontros estudantis por todo o Brasil e importantes eventos no cenário mundial como o TEDx em 2018 na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais, e em 2019 na cidade de Anápolis, Goiás.

Hoje, a ONG Compaixão Internacional conta com mais de 55 mil pares de chinelos doados e ações humanitárias em saúde, educação e serviço social em diversos países, a organização possui 16 coordenadores, três escritórios no Brasil, um em Angola, mais de 40 voluntários fixos e mais de 1.000 voluntários temporários. Atualmente a ONG desenvolve sete projetos ao longo do ano: Doe Chinelos,  Projeto Kiluba, Sol é para Todos, Projeto Campo, Compaixão Angola, Compaixão no Sertão e Compaixão Rio de Janeiro.

 

10- Ingrid Silva- bailarina e ativista

Foto: reprodução Facebook

É uma bailarina brasileira que atualmente se apresenta no Dance Theatre of Harlem em Nova York. Nascida em 1989 no Rio de Janeiro, Ingrid é filha de pai que serviu na Força Aérea e mãe que era empregada doméstica. Aos 8 anos, iniciou o balé por meio de um programa de extensão comunitária, depois se formou no Dançando Para Não Dançar, Escola do Theatro Municipal , e com Deborah Colker e Pedro Pederneiras.

Aos 17 anos, Silva tornou-se aprendiz do Grupo Corpo . Em 2008, aos 18 anos, Silva se mudou para Nova York, pois havia muito poucas oportunidades para dançarinos negros no Brasil. Pouco depois de sua chegada, o fundador do Dance Theatre of Harlem, Arthur Mitchell, a convidou para ingressar na DTH Ensemble, a companhia júnior que se apresentou quando a companhia principal foi dissolvida. Em 2012, com a reintegração da empresa principal, Silva ingressou definitivamente na empresa.

Silva pediu uma maior diversidade no balé. Em uma aparição no The Today Show , Silva notou que ela tem que colorir suas sapatilhas de ponta , um processo conhecido como “panqueca”, já que a maioria das marcas só oferece opções de tonalidades claras. Em 2020, ela apareceu em um anúncio da Nike comemorando o Mês da História Negra, narrado por Serena Williams.

Fora do balé, Silva cofundou a EmpowHerNY, uma plataforma com diferentes mulheres para assumir sua conta no Instagram.

 

 

 

 

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