ANÁLISE: COVID 19: uma guerra de mulheres!

Por Gazeta do Cerrado | 29/03/2021

Última atualização em 29/03/2021 11:18

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Dr. Alberto Aguiar Neto é gestor de relações institucionais no ISAC – Foto: Arquivo Pessoal

A pandemia do novo coronavírus completou um ano neste mês. De lá para cá, a nossa realidade vem sendo transformada diariamente. O vírus sofreu mutações. Os casos se agravaram e cada vez mais evoluem para fatalidades bruscas.

Há um colapso generalizado pela criticidade dos abastecimentos, recordes diários de mortes, filas de esperas por leitos e a agonizante perda de ar provocada, literalmente, pela falta de fornecimento de oxigênio no país.

Por trás dessa batalha, estão majoritariamente mulheres. Elas seguem na linha de frente contra a covid-19, abrindo mão da família, da vaidade e do cansaço que é notório. No ISAC – Instituto Saúde e Cidadania, a mão de obra feminina representa 75% dos cerca de 3 mil colaboradores. Assim, podemos considerar esta luta como uma guerra de mulheres.

Antes excluídas do front. Agora, combatentes.

A guerra sempre foi condicionada a homens em sua essência. Na escassez destes, crianças eram “convocadas” a fim de suprir as necessidades das linhas de frente para os mais terríveis combates, realidade ainda muito observada nos dias atuais em algumas fronteiras do Oriente Médio.

Entende-se por guerra qualquer conflito armado entre dois ou mais países ou entidade independentes. A lista é enorme, pois se estende desde a antiguidade (século MMXX a. C. – conquista da Suméria), passando pela idade média e renascimento; século XVI a século XIX; século XX e século XXI.

Nesta lista, iremos enumerar a guerra que o mundo inteiro trava na atualidade: a guerra contra a covid-19. O inimigo é um vírus letal. A nossa arma é a assistência à saúde, a vacina e as recomendações sanitárias.

Até então, a História não fazia referência às mulheres na linha de frente dessas batalhas, como combatentes ativas majoritariamente. O coronavírus mudou isso.

Quanto mais próximo da ponta, mais respostas assertivas

Durante a pandemia, a área de Relações Institucionais e Governamentais da Kairós Care tem atuado de forma estratégica em prol dessas mulheres. O objetivo é garantir a elas melhores condições de serviços e fornecimento de insumos para sua defesa.

O departamento é, sem dúvida, o melhor porta-voz para essas colaboradoras porque estamos em contato direto com todas as esferas da “guerra”, passando por todos os setores, desde a Assistência, Suprimentos, Departamento Pessoal até os tomadores de decisão. E, assim, podemos direcionar onde e quando determinada iniciativa terá respostas mais eficazes.

A Kairós Care reconhece o esforço dessas profissionais e busca, a partir de sua expertise, melhorar o relacionamento governamental e institucional com as empresas e os governos. As bases para este trabalho são os valores da própria instituição: credibilidade, responsabilidade, comprometimento e sustentabilidade.

Gestão qualificada, assistência humanizada

O ISAC está presente em várias regiões do país. Na batalha contra a covid-19, nossa maior representatividade é no Tocantins. Gerenciamos 65% dos 151 leitos de UTI Covid-19 regulados pelo Estado do Tocantins e outros 15 leitos custeados pela Prefeitura Municipal de Araguaína.

Temos muito orgulho dos nossos indicadores nas unidades do Tocantins. Eles confirmam a qualidade dos nossos serviços e que devemos continuar investindo nas nossas profissionais linha de frente.

A letalidade do vírus no Tocantins é de 1,36%, a terceira menor do país. Isso reflete a qualidade da assistência geral prestada aos pacientes, levando em conta o tratamento em todas as fases e para todos os perfis de gravidade.

Se considerarmos somente o município de Araguaína, onde operacionalizamos 43 UTIs Covid-19 de três unidades públicas, a taxa de letalidade do novo coronavírus é ainda menor (1,26%). Ela representa a proporção entre os casos confirmados da doença e o número de óbitos.

O que o PIB diz sobre o enfrentamento à covid-19?

Devido às diferenças regionais, o cenário da covid-19 aponta que seria mais assertivo comparar a resposta dos estados frente ao vírus agrupando-os pelo PIB – Produto Interno Bruto.

A forma com que os números são relacionados hoje, nacionalmente, acaba diminuindo o impacto dos esforços conjuntos para deter o vírus em estados pobres e com recursos limitados como o Tocantins.

Unidades da Federação

PIB em 2018 (1.000.000 R$)

Acre

15.331

Alagoas

54.413

Amapá

16.795

Amazonas

100.109

Bahia

286.240

Ceará

155.904

Distrito Federal

254.817

Espírito Santo

137.020

Goiás

195.682

Maranhão

98.179

Mato Grosso

137.443

Mato Grosso do Sul

106.969

Minas Gerais

614.876

Paraná

440.029

Paraíba

64.374

Pará

161.350

Pernambuco

186.352

Piauí

50.378

Rio de Janeiro

758.859

Rio Grande do Norte

66.970

Rio Grande do Sul

457.294

Rondônia

44.914

Roraima

13.370

Santa Catarina

298.227

Sergipe

42.018

São Paulo

2.210.562

Tocantins

35.666

Fonte: IBGE.

Os custos do tratamento

Outro reflexo do nosso trabalho integral frente à covid-19 está ligado diretamente ao custo do atendimento ao paciente, como já citado anteriormente em um artigo sobre os gastos responsáveis com a covid.

Em 2021, seguimos com os melhores resultados comparados à realidade nacional. Conforme mostra nossa prestação de contas, os leitos gerenciados pelo ISAC têm custos semelhantes aos dos melhores hospitais públicos do país, ficando na faixa de R$ 2.450, o que demonstra a nossa seriedade quanto ao zelo e a utilização do recurso público.

Alberto Aguiar

Gestor de relações institucionais

Dr. Alberto Aguiar Neto é gestor de relações institucionais no ISAC e CEO da Kairos Care. É ortopedista, especialista pela Unicamp. Empreendedor, vem se especializando na gestão de hospitais e clínicas tanto públicos quanto privados, tendo expertise na Gestão de Upas.

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