Atentado contra prefeito: testemunhas e envolvidos começam a ser ouvidos dia 19

| Gazeta do Cerrado - Para mentes pensantes | - 17/08/2019

Última atualização em 17/08/2019 10:17

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Foi pedido reforço para Polícia Militar pela  Juíza Aline Iglesias, da comarca de Novo Acordo, para a realização da primeira audiência de julgamento do vice-prefeito da cidade Leto Moura Leitão Filho (PR), conhecido como Letim Leitão. Ela cita a grande repercussão do caso para justificar o pedido. A audiência foi marcada para a próxima segunda-feira, 19, às 13h, no Fórum de Novo Acordo.

Para esta data, 19, estão previstos o interrogatório de testemunhas, a instrução do caso e o julgamento. Ainda não é possível saber se a sentença sairá no mesmo dia ou se será necessário mais de uma audiência para concluir o caso.

Leto Moura Leitão Filho está preso em Palmas acusado de encomendar a tentativa de homicídio contra o prefeito Elson Lino de Aguiar (MDB), o Dotozim, em janeiro.

A Justiça derrubou ainda o sigilo do caso. A magistrada escreveu que o curto prazo para a data da audiência tem o objetivo de evitar a organização de manifestações no local.

A pouco tempo, a mesma juíza ordenou que a prefeitura de Novo Acordo volte a pagar os salários do vice que estavam suspensos. Ela entendeu que Letim Leitão teve o princípio da ampla defesa desrespeitado e que o processo que levou ao afastamento dele tinha vícios jurídicos. E A prefeitura de Novo Acordo disse que iria analisar as medidas a serem tomadas após ser notificada.

Entenda o caso

O vice-prefeito de Novo Acordo, Leto Moura Leitão Filho (PR), foi preso em flagrante como suspeito de encomendar o atentado contra o prefeito, Elson Lino de Aguiar (MDB). O atentando contra o prefeito, conhecido na cidade como Dotozim, foi no dia 9 de janeiro. Ele levou três tiros, inclusive um na cabeça, mas já recebeu alta do hospital.

Além dele, foi também foi capturado Gustavo Araújo da Silva, suspeito de ser o executor do atentado. Inicialmente, eles teriam combinado um pagamento de R$ 10 mil pelo crime, mas o depósito não chegou a ser feito. Também foi preso o empresário Paulo Henrique Sousa, suspeito de fazer a intermediação entre o político e Gustavo.

*Com informações do G1 TO
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