Casa & Decoração: Seis coisas que o método Marie Kondo não te conta

| Gazeta do Cerrado - Para mentes pensantes | - 07/05/2019

Última atualização em 07/05/2019 15:55

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Tão mencionado pela efetividade em organizar a casa e eliminar pertences desnecessários, o método KonMarie, da personal organizer, Marie Kondo consiste em manter apenas os itens que trazem felicidade. Dessa forma, ao pôr ordem em qualquer lugar, você deve avaliar peça por peça, tocando-as uma por uma para perceber se aquele item deve ser mantido ou não.

Apesar das lindas histórias mostradas no seriado Ordem na Casa, da Netflix, existem algumas situações que são pouco consideradas nas explicações. Os pontos abaixo indicam coisas que o método não te avisa. Lembre-se delas na hora de organizar a casa.

1. Um dia não é o suficiente

Especialmente se você é um acumulador de primeira, não crie a doce ilusão de que vai conseguir resolver tudo em apenas um dia. Apesar da série ilustrar casos extremos, muitas vezes, fica a ideia de que podemos mudar o lugar de cada coisa em apenas um dia. Contudo, não basta reduzir a lista de pertences e guardar de forma bonita, é preciso pensar na facilidade de acesso e na possibilidade de voltar a ter um cômodo bagunçado depois de algumas semanas da organização.

Ainda assim, não é uma tarefa que deve permanecer por muito tempo. Se você não enfrentá-la por dias consecutivos, é provável que desista ou não mantenha um padrão.

 

2. Você vai ter que fazer isso mais de uma vez

Perseverança deveria estar na lista de caracterísicas necessárias para realizar o método de Marie Kondo. Mesmo que você dobre todas as suas roupas como a especialista aconselha, tirar e colocar na gaveta é uma tarefa diária, que deve seguir logo depois que suas peças saem da lavanderia. Além disso, não adianta reduzir o armário uma vez e não mudar os seus hábitos de compra.

3. Há peças que não provocam sentimentos

Sparks joy (raios de alegria, em tradução literal) é o termo usado por Marie para indicar que devemos ficar com os objetos que nos trazem felicidade. Mas nem tudo dentro de casa nos provoca sentimentos e há itens que temos apenas pela praticidade e uso, fazendo com que os níveis de conexão entre nós e certas ferramentas, simplesmente, não existam.

 

4. Não é tão fácil educar as crianças e mudar os hábitos de todos na casa

Durante a série, Marie afirma que é essencial que todos que vivem sob o mesmo teto saibam manter a casa em ordem da mesma maneira. Contudo, se você é pai ou mãe, deve saber como é difícil fazer com que os pequenos não deixem seus brinquedos esparramados e, especialmente, se você trabalha fora, as chances de encontrar uma bagunça quando chegar em casa são maiores. Além disso, entrar em um consenso sobre o lugar de cada coisa pode ser uma tarefa difícil.

 

5. O método é efetivo contra o consumismo exagerado?

Quem nunca comprou algo que não precisava? Especialmente nos casos mostrados nos episódios da série, será que as pessoas que passam o pelo método Marie Kondo realmente tornam-se conscientes sobre quanto ao consumismo? Deixar de exagerar nas compras é um fator à parte da organização, o qual é pouco citado entre os ensinamentos de Marie Kondo.

6. Avaliar os livros pelo grau de felicidade nem sempre é uma boa medida

Livros acadêmicos, por exemplo, dificilmente vão te trazer alegria, mas eles são úteis. Os livros são fontes de conhecimento, que podem ser passados de geração a geração. Prender-se a um determinado número, nem sempre é o ideal. Isso, sem contar que é podemos usá-los na decoração.

 

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