Escritor tocantinense promove palestras em diversas escolas estaduais para incentivar leitura

| Gazeta do Cerrado - Para mentes pensantes | - 08/01/2019

Última atualização em 26/08/2019 11:25

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O escritor Pedro Albeirice da Rocha, doutor em Teoria Literária e professor da Universidade Federal do Tocantins, desenvolve no Estado um projeto de visitar escolas públicas estaduais e promover palestras com alunos sobre leituras da vida. A proposta de Pedro Albeirice é reservar um dia da semana para realizar atividades voluntárias que promovam o conhecimento, a consciência crítica e a promoção da leitura e da escrita. As unidades escolares interessadas em contar com a presença do escritor devem solicitar o agendamento pelo Whatsapp (63) 99204 – 1566.

O projeto realizado nas escolas é direcionado a alunos a partir do 8º ano do ensino fundamental, até o final do ensino médio. E as palestras, que incluem um tempo para questionamentos, têm como tema Ler os livros, ler as pessoas, ler o mundo, e têm como foco a motivação. “Mostramos que se todos os estudantes se dedicarem aos estudos poderão vencer na vida, serem aprovados para qualquer curso superior ou obter melhores empregos”, frisou. Essas atividades realizadas nas escolas não implicam cobrança de honorários, por parte do professor.

Atualmente, Pedro Albeirice reside em Araguaína. Ele nasceu em Volta Redonda, Rio de Janeiro, e reside no Tocantins desde 2004. Foi em agosto de 2018 que ele iniciou o projeto de realizar atividades nas escolas, tendo visitado instituições de ensino localizadas nos municípios de Ananás, Miracema, Riachinho, Rio dos Bois, Lizarda, Aparecida do Rio Negro, Pedro Afonso e Fátima, dentre outras. A ideia surgiu a partir da necessidade de promover um maior incentivo à leitura.

Avaliando o resultado dos trabalhos realizados no ano passado, o professor Albeirice falou da satisfação e da alegria em poder contribuir com a evolução intelectual e humana dos estudantes. “No ano passado, chegamos a visitar até três escolas por semana e, além das palestras, foi possível editar diversos livros e, nestes, faço homenagens a essas escolas e aos alunos, com a publicação de fotos da unidade escolar e dos estudantes e também da história da instituição de ensino. Foram publicados, ainda, diversos prefácios, posfácios e ‘orelhas’ produzidos por professores dessas Escolas”, explicou.

“Na palestra, mostramos que a leitura pode libertar de fato e ajudar os alunos a vencer na vida, desde que se planeje e se tenha força de vontade. Falo para eles que vencer na vida é também ter a felicidade de alcançar a independência financeira”, explicou. Nas conversas com os estudantes, Pedro Albeirice descreve sua história de vida, como um aluno de escola pública que venceu na vida. “Quem lê tem muito mais chances de obter êxito em tudo”. Este é o conselho que prevalece em suas palestras.

Livros

Pedro Albeirice visitou, no ano passado, 16 escolas. Neste ano, ele está agendando com as unidades escolares e elaborando um roteiro para os próximos seis meses. Para realizar esse projeto, ele destaca o apoio da editora Veloso, de Gurupi.

O escritor é autor de 25 livros, entre eles: Floripa Desmanchando no Ar, com ensaios; Versos do Tocantins e Outros Encantos, com poemas; Esse Gênio chamado Lobato, com artigos sobre o escritor; e Morte no Atlântico Sul, novela paradidática.

Participação de professores e alunos

A professora de língua portuguesa da Escola Paroquial São Pedro, localizada em Ananás, Juliane Pereira Sales, fez o prefácio do livro Floripa Desmanchando no Ar. Ela explicou que são cinco capítulos, com análises de obras literárias. O escritor reservou um espaço na obra para retratar a Escola Paroquial São Pedro. “São duas páginas que trazem um resumo sobre a instituição de ensino e fotografias”, contou Juliane.

A estudante Ruanda Cássia Castro Teixeira, 14 anos, apresentou a resenha do livro ‘Morte no Atlântico Sul’. “Foi muito bom participar desse trabalho. É um incentivo à leitura. Lendo o livro aprendi sobre a região Sul do país, sobre a Guerra das Malvinas. Além disso, treinamos nossa escrita e ampliamos a leitura”, ressaltou.

 

Fonte: Seduc

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