Polícia prende envolvido em roubos a carro-forte e ataques em agências bancárias no TO

| Gazeta do Cerrado - Para mentes pensantes | - 11/06/2019

Última atualização em 11/06/2019 07:43

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Uma operação em Goiânia resultou na prisão de um homem suspeito de fazer parte de uma associação criminosa envolvida em roubos a carro-forte e ataques em agências bancárias no Tocantins. Segundo a polícia, a Operação Sem Divisas levou também à apreensão de três fuzis no Pará. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) apresentou, nesta segunda-feira (10), os resultados da ação conjunta das polícias Civil e Militar.

O suspeito foi identificado pela polícia como Wanderson Mendes de Oliveira, mais conhecido como Chapolin, preso no último sábado no Residencial São Marcos, em Goiânia. Com ele, os policiais encontraram cerca de R$ 109 mil em espécie, além de munições e dois veículos que seriam utilizados nas ações criminosas.

No domingo, Wanderson passou por uma audiência de custódia, conduzida pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara, e teve a prisão em flagrante convertida em preventiva. O advogado Júlio César Araújo Mascarenhas, que cuida da defesa do suspeito, disse que o recurso contra a prisão será protocolado. “No processo de Goiás, eles apreenderam apenas um documento falso e pouco mais de 100 munições”, afirmou o advogado.

Ainda segundo a polícia, Chapolin foi encontrado após as forças policiais terem identificado que ele seria membro de uma quadrilha responsável por dois ataques a carro-forte no Tocantins.

Durante a abordagem, conforme consta no que foi divulgado pela polícia, o suspeito confessou que guardava armas de grosso calibre em Redenção, no Pará. Com apoio do Serviço Aéreo da Secretaria de Estado da Casa Militar, os policiais foram até o município e encontraram três fuzis. As polícias Civil e Militar do Pará também auxiliaram na ação.

“Deslocaram mais de 1300 km e fizeram a apreensão de três armas, e atribuíram a posse ao Wanderson. De maneira nenhuma ele pode ser responsabilizado pelo armamento, a distância entre eles não permite este vínculo”, informou o advogado.

O suspeito teria confessado, ainda, que o restante do dinheiro ficou com demais integrantes da quadrilha. “Repassamos as informações para a Polícia Civil do Tocantins para que as investigações tenham continuidade”, afirmou a delegada Mayana Rezende, do Grupo Antirroubo a Banco (GAB).

“Apreenderam R$ 109 mil, que acabaram sendo atribuídos ao roubo de um carro forte na comarca de Rio dos Bois, porém sem nenhuma comprovação, não constatam nem mesmo o número de série das notas roubadas e nem das apreendidas”, comentou o advogado do suspeito.

Segundo a delegada, Wanderson estava com mandados de prisão em aberto por roubo, tráfico de drogas e receptação. “Agora, ele também vai responder por posse ilegal de armas de fogo e uso de documentação falsa, já que, ao ser abordado, ele apresentou uma carteira de habilitação falsificada”, explicou Mayana Rezende.

“Apenas acredito que tentam atribuir tais atos ao Wanderson, apenas por ser ele um foragido, porém, sem nenhuma prova concreta das importações atribuídas ao meu cliente”,afirmou Mascarenhas.

De acordo com o comandante do 42º Batalhão da PM, tenente-coronel Durvalino Câmara, a quadrilha atua em diversas ações. “É um grupo extremamente violento, que usa armamento pesado para praticar crimes. Outras seis pessoas já estão devidamente identificadas”, destacou.

Integração

Além do GAB, da Polícia Civil, e do 42º Batalhão da PM, o Grupo de Radiopatrulha Aérea (GRAer) também participou da prisão do suspeito.

“Com muita técnica e inteligência, conseguimos desvendar os crimes já cometidos e evitar que outras ocorrências fossem registradas, já que temos a informação que a quadrilha cometeria novos ataques no Pará”, disse o secretário de Segurança Pública, Rodney Miranda.

Rodney Miranda também ressaltou que o trabalho integrado é fundamental para continuar coibindo o crime em todas as vertentes. “Nossas forças policiais trabalham unidas. Não há vaidade. Juntos, estamos enfrentando criminosos e colhendo uma vitória atrás da outra. Tanto que, em 2019, nenhum crime relacionado ao ‘novo cangaço’ foi registrado em Goiás”, disse.

Fonte: G1 Goiás

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