Prefeito se manifesta ao lado da população, provoca políticos de Porto e diz que custo de balsa não pode cair nas costas do povo

| Gazeta do Cerrado - Para mentes pensantes | - 10/02/2019

Última atualização em 10/02/2019 16:27

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Maju Cotrim

O prefeito de Porto Nacional, Joaquim Maia participou de uma manifestação em prol da ponte de Porto Nacional neste domingo, 10. Ele falou por um longo tempo e criticou a interdição sem conversar antes com ele e sem ter uma alternativa de tráfego.

Populares se juntaram a ele com cartazes pedindo que a ponte seja liberada até que haja um laudo técnico que de fato mostre o risco e a situação. O município de Porto alega que está sofrendo o impacto direto com a interdição total da longe para veículos.

Uma balsa será implantada no local mas ainda não tem data e falta construir as rampas.

Com carro de som o prefeito afirmou: “A população externava a cada dia que precisava se cuidar dessa ponte”, disse. Ele citou que sempre dialogou com os governadores. “Primeiro com o Marcelo Miranda numa visita que fizemos a ele e depois com o atual governador. Falamos da necessidade de construir a nova ponte”, disse.

“O que chegou para o povo foi um fechamento brusco e sem planejamento”, disse ao criticar a medida do governo.

Ele questionou aliados do governador que são da cidade e que segundo ele não apresentaram os prejuízos para a cidade da interdição sem uma alternativa de tráfego. “Se querem fazer oposição política, façam a mim e não ao povo de Porto Nacional. O povo não merece sofrer”, disse.

Ele agradeceu a presença do deputado Júnior Geo e alfinetou: “esse é o momento dos políticos estarem do lado de Porto Nacional. “Nosso povo quer uma alternativa, não dá para ficar seis mil pessoas isoladas do outro lado do rio”, disse.

Em outro ponto ele falou: “essa balsa vai chegar e Nós estaremos a postos ao lado do povo para que não recaia nas costas do nosso povo mais esse carma”, disse.

As imagens mostram poucas pessoas no protesto. O governo afirmou que a interdição, que inclusive já vinha sendo cobrada por alguns setores e populares com medo de alguma tragedia,  é para preservar vidas.

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