Suspeita de fantasmas: Operação Catarse faz buscas em casa de irmãs de deputada

| Gazeta do Cerrado - Para mentes pensantes | - 08/05/2019

Última atualização em 08/05/2019 19:26

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A Polícia Civil de Araguaína fez buscas em endereços de duas mulheres suspeitas de serem funcionárias fantasmas da Secretaria-Geral de Governo do Tocantins. Maria do Perpétuo Socorro Castelo Branco e Vânia Maria Castelo Branco são irmãs da deputada estadual Valderez Castelo Branco (PP), que é a atual líder do governo na Assembleia Legislativa.

Os delegados José de Anchieta e Bruno Boaventura decidiram indiciar as duas porque, segundo a investigação, ficou comprovado que elas não exerciam qualquer função ou sequer iam ao Palácio Araguaia, onde a secretaria funcionava, mesmo estando lotadas no local desde 2016.

Maria do Perpétuo Socorro chegou a ficar lotada como secretária particular do governador com salário de R$ 4,5 mil. Já Vânia Maria era ‘assessora técnica especial’ e ganhava R$ 2,1 mil, segundo as informações.

A deputada Valderez se manifestou sobre os assunto:

 

NOTA

A deputada afirma que soube dessa questão pela imprensa. Sobre a citação das pessoas, ela tem conhecimento de que eram servidoras e que seus trabalhos foram desenvolvidos.

O que diz o Governo:

Nota

O Governo do Estado do Tocantins esclarece que as investigações da Operação Catarse dizem respeito a contratações que ocorreram na gestão anterior. E que os servidores em questão só puderam ser desligados após o fim da vedação imposta por decisão da Justiça Eleitoral que proibiu a exoneração de servidores públicos, em virtude das duas eleições realizadas no Tocantins em 2018.

Secretaria da Comunicação
Governo do Tocantins

 

Ainda não foi divulgado pela Secretaria de Segurança Pública se algo foi apreendido nos imóveis das duas. A medida é um desdobramento da Operação Catarse, que investiga funcionários fantasmas nos poderes Executivo e Legislativo do Tocantins.

A Operação Catarse é uma força-tarefa de várias delegacias do estado para investigar danos ao erário público. As investigações começaram após denúncias de funcionários fantasmas do governo do Estado em Araguaína, norte do Tocantins, em dezembro de 2018.

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