Tocantins ocupa 2º lugar no ranking de casos de hanseníase; conheça os sintomas da doença

Por Gazeta do Cerrado | 22/10/2020

Última atualização em 22/10/2020 17:39

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Foto: divulgação

Com o tema ‘Prevenção de Incapacidades’ a Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Superintendência de Vigilância a Saúde, promove de 23 a 30 de outubro, a Campanha do Dia Estadual de Luta Contra a Hanseníase. O objetivo é alertar a sociedade sobre os sinais e sintomas da doença.

A campanha é realizada em decorrência do “Dia de Luta Contra a Hanseníase”, celebrado no Tocantins, na última sexta-feira do mês de outubro.  “Trazemos em 2020 o tema central da prevenção de incapacidades, pois diagnóstico tardio pode provocar incapacidades físicas e deformidades visíveis”, destacou a técnica da Área da Hanseníase da SES, Regina Figueiredo Teixeira.

O diagnóstico precoce elencado por Regina é recomendado pelo Ministério da Saúde (MS), o qual reforça que o diagnóstico na fase inicial da doença elimina fontes de infecção, reduzindo e/ou minimizando os sofrimentos causados pelas incapacidades físicas que a doença pode causar.

Para promover a conscientização da população, a SES tem mobilizado os municípios para que, mesmo em tempos de pandemia, consigam levar as informações pertinentes à população que deve ser esclarecida.

Situação Epidemiológica

O Estado do Tocantins é considerado hiperendêmico, conforme os parâmetros do MS, ocupando o 2º lugar no ranking nacional de maior número de casos no país, inclusive em pacientes menores de 15 anos, perdendo apenas para o estado do Mato Grosso.

Em 2019, o Tocantins registrou 1.529 casos da doença e 650 até setembro de 2020.

Sintomas

Os principais sintomas da hanseníase são: manchas esbranquiçadas ou avermelhadas na pele com perda ou diminuição de sensibilidade ao calor, à dor e ao tato; placas ou caroços em qualquer parte do corpo; e diminuição da força muscular das mãos, pés e face.

Tratamento

O Sistema Único e Saúde (SUS) oferece gratuitamente a medicação para o tratamento, que dura em torno de seis a 12 meses.

Fonte: SES

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