Com 12 deputados, Carlesse lança pré-candidatura e reforça bandeira do municipalismo

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Cerca de 3 mil pessoas lotaram o espaço da boate The Club, em Gurupi, para prestigiar o lançamento da pré-candidatura de Mauro Carlesse (PHS) ao governo do Tocantins. Estavam presentes 12 deputados estaduais, um deputado federal, dezenas de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças políticas das regiões Sul, Sudeste e Central do Estado.

Carlesse disse aos presentes que está colocando seu nome à disposição porque acredita no projeto municipalista para desenvolver o Tocantins. “Acredito firmemente nesse projeto que aproxima os municípios e os cidadãos do poder estadual. Assim, vamos resolver os problemas de forma regionalizada e mais eficiente. Nossa pré-candidatura sai hoje de Gurupi para conquistar o Tocantins”, disse Carlesse.

Com 12 deputados, Carlesse lança pré-candidatura e reforça bandeira do municipalismo

O deputado Rocha Miranda (PMDB) destacou o trabalho municipalista de Carlesse o que, segundo ele, referenda sua pretensão de chegar ao governo do Tocantins. Eli Borges (PROS) lembrou que Carlesse é o novo da política tocantinense e é o futuro do Estado. Toinho Andrade lembrou as ações municipalistas fortalecem o Legislativo e os municípios. Eduardo do Dertins destacou a trajetória empresarial de Carlesse, o que o credencia a disputar o governo. Ivory de Lira destacou que Mauro Carlesse está preparado para governar o Tocantins e que merece o apoio da população.

A deputada Luana Ribeiro (PDT) fez um comparativo das trajetórias de João Ribeiro e Mauro Carlesse e disse que os dois tem a mesma história de lutas e de conquistas com humildade e trabalho. “Acredito no projeto e tenho certeza que o Tocantins será bem melhor com Carlesse”, disse Luana. Nilton Franco (PMDB) disse que o encontro de Gurupi teve cara de convenção pela sua magnitude. Olinto Neto (PSDB) lembrou que o colega de Parlamento é uma boa opção para o Tocantins. Cleiton Cardoso disse estar orgulhoso do trabalho desenvolvido na Assembleia e que Carlesse representa os anseios de mudança da população.

Wanderlei Barbosa (SD) disse que é a hora de fazer a mudança no Tocantins. “Carlesse, eu acredito na sua força, na sua humildade e no seu projeto municipalista para o Tocantins e quero declarar aqui o meu apoio e que vai andar com você pelos quatro cantos do Tocantins para leva-lo ao Palácio Araguaia”, disse Wanderlei. O deputado José Roberto (PT) declarou ser solidário às pretensões de Carlesse e que pretende continuar conversando com o PHS. Eduardo do Dertins disse que o presidente da Assembleia demostrou força no encontro em Gurupi e o deputado federal Carlos Gaguim (Podemos) declarou que vai defender estar junto com Carlesse.

Deputados presentes

Deputado federal Carlos Gaguim e os deputados estaduais Wanderlei Barbosa, Rocha Miranda, Luana Ribeiro, Eli Borges, Eduardo do Dertins, Nilton Franco, Olinto Neto, Cleiton Cardoso, José Roberto, Ivory de Lira, Osires Damaso e Toinho Andrade.

Casos de febre amarela somam 246 em São Paulo, com 93 mortes

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(Divulgação)

Os casos autóctones de febre amarela (quando a transmissão ocorre na própria localidade) no estado de São Paulo somam 246, informa a Secretaria de Estado da Saúde, em boletim divulgado nesta sexta-feira (23). Deste total, 93 resultaram na morte do paciente.

No último balanço, os casos eram 202 e as mortes, 76. Metade das infecções ocorreram em Mairiporã e 17% em Atibaia, o que representa dois terços dos casos. Na capital, os números permaneceram os mesmos da semana passada: cinco registros, com três mortes.

A secretaria reforçou o chamado para vacinação nas 54 cidades consideradas prioritárias. A campanha de imunização contra febre amarela é considerada preventiva, pois São Paulo tem 38 cidades como locais prováveis de infecção da doença. Desde o dia 25 de janeiro, 4,1 milhões de pessoas foram vacinadas. A meta, no entanto, é alcançar 9,2 milhões até 2 de março. Do total de imunizados, 96% receberam a dose fracionada, que é válida por oito anos, conforme orientação do Ministério da Saúde.

A região com menor cobertura vacinal é a Baixada Santista, com 31,1%. Os municípios do ABC Paulista, na região metropolitana, e capital alcançaram 54,3% do público-alvo. No último dia 19, o governo estadual anunciou a prorrogação da campanha com o objetivo de ampliar a cobertura. A expectativa é que 5,1 milhões de pessoas compareçam aos postos na próxima semana.

De acordo com o governo estadual, 6,9 milhões de doses fracionadas estão disponíveis para as áreas definidas para a campanha. Além disso, 2,3 milhões de doses-padrão são disponibilizadas para crianças com idade entre 9 meses e 2 anos incompletos, pessoas que viajarão para países que exigem a vacina e grávidas residentes em áreas de risco.

Pessoas HIV positivo, pacientes com tratamento quimioterápico concluído, transplantados, hemofílicos ou pessoas com doenças do sangue devem consultar o médico sobre a necessidade da vacina.

Não há indicação para grávidas que morem em locais sem recomendação de imunização, mulheres que estejam amamentando crianças com até 6 meses e imunodeprimidos, como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticoides em doses elevadas.

Por Agência Brasil

Obra de hospital que está dois anos atrasada só deve terminar em 2020

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(Foto: TV Anhanguera/Reprodução)

Hospital Geral de Gurupi só deve ficar pronto em 2020. A informação é do Governo do Tocantins, que prometeu a obra para janeiro de 2016 e teve que suspender a construção por problemas no projeto. A obra só deve ser retomada quando a Caixa Econômica Federal aprovar as mudanças.

O HGG começou a sair do chão em 2014, quando foi anunciado um investimento de quase R$ 30 milhões apenas na primeira fase. Quando os problemas apareceram a Caixa deixou de repassar os recursos para pagar a empreiteira e tudo foi suspenso. Desde agosto de 2016 não aparece mais ninguém para trabalhar no canteiro.

O prédio deve contar com 200 leitos de internação, UTIs adultas e pediátricas e salas de cirurgias. Depois de pronto, o Hospital geral de Gurupi deve atender 27 municípios das regiões sul e sudeste.

Enquanto esperam, os moradores sofrem com a falta de médicos e leitos no Hospital Regional da Cidade. “Estamos aguardando desde às oito da manhã um leito pra ela descansar aqui”, diz a professora Kênia Martins, que está com uma irmã internada no corredor após um acidente de moto. “Até o momento ela está sentada”, completa.

A unidade também está em reforma para tentar atender a demanda que chega na cidade. São mais de 300 mil pacientes de 17 cidades por ano no local.

Fonte: G1 Tocantins

Médicos retiram “maior tumor do mundo” de paciente na Índia

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(Ansa/ANSA)

Um indiano foi submetido a uma cirurgia de risco para retirar um tumor cerebral de 1,87 kg, considerado “o maior do mundo”. O procedimento foi rezaliado na última quarta-feira (14), em um hospital em Mumbai, na Índia.

Santlal Pal, 31 anos, do estado de Uttar Pradesh, foi operado por cirurgiões do hospital BYL Nair, após autoridades de saúde das cidades de Varanasi e Allahabad negarem ajuda ao homem por considerarem a cirurgia muito arriscada.

O tumor do indiano aparentava ser o maior deste tipo e não há relato de cirurgias desse tipo no mundo, segundo informações da agência de notícias Ians.

Trimurti Nadkarni, professor e chefe do Departamento de Neurocirurgia do Hospital BYL Nair, declarou que o paciente foi internado em fevereiro, por chegar ao hospital com “duas cabeças”, uma sobreposta à outra.

Sentindo fortes dores de cabeça, o indiano foi submetido a uma série de exames, e apenas na tomografia foi possível visualizar que o tumor teria se desenvolvido em ambos os lados do cérebro através dos ossos do crânio.

“Nos dias seguintes, Santlal Pal permaneceu em terapia intensiva com respiração assistida”, contou Nadkarni.

Os chefes do hospital indiano garantiram que foi o maior tumor retirado (30x30x20 cm), superando o caso de outro paciente que realizou a cirurgia em 2002 no hospital KEM em Pune, com um tumor de 1,4 kg.

Idosa é presa suspeita de encomendar morte de amante do marido há 29 anos

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(Divulgação/SSP)

Policiais Civis da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), de Porto Nacional, comandados pelo delegado Wagner Raiely Siqueira Pereira, prenderam, na tarde desta sexta-feira, 23, em Aliança do Tocantins, Lindalva Aires Costa, de 67 anos de idade.

 Ela é a acusada de ser a mandante do homicídio, que vitimou a jovem Marlene Rodrigues Abreu, de 20 anos, fato ocorrido no dia 18 de junho de 1989 e foi capturada, mediante cumprimento de mandado de prisão preventiva.

De acordo com o delegado Wagner Siqueira, após investigações realizadas pelos policiais civis da DHPP de Porto Nacional, foi possível localizar o paradeiro de Lindalva, a qual se encontrava na cidade de Aliança. Com base nas informações, os agentes deslocaram-se até o município e efetuaram a prisão da mulher.

Após ser capturada, a autora foi recambiada para Porto Nacional, onde prestou depoimento ao delegado Wagner Siqueira. Após os procedimentos legais cabíveis, Lindalva Aires será recolhida a Unidade Prisional Feminina de Palmas, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

O crime

Ainda conforme o delegado, no dia 16 de junho de 1989, por volta das 3h da madrugada, em Porto Nacional, a vítima Marlene Rodrigues Abreu foi alvejada no pescoço por um disparo de arma de fogo. De acordo com as investigações realizadas pela Polícia Civil, a época dos fatos, o crime teria sido praticado por um pistoleiro a mando de Lindalva Aires Costa.

Os policiais civis também descobriram, durante a investigação, que o crime teria sido motivado pelo fato de Marlene manter um relacionamento extraconjugal com o marido de Lindalva, sendo que ao descobrir o fato, a autora inconformada, teria contratado um pistoleiro para matar a rival.

Devido aos ferimentos, a vítima ficou tetraplégica e faleceu, dois meses depois do crime. Desde a época dos fatos, as suspeitas recaíram sobre Lindalva Aires, devido ao fato de que ela já havia ameaçado a vítima de morte por algumas vezes, afirmando que se não a matasse, pagaria um pistoleiro para fazê-lo. Logo após o crime, Lindalva foi ouvida pela Polícia Civil, mas temendo ser presa, fugiu e nunca mais foi vista, permanecendo foragida da Justiça durante 29 anos, até a data de hoje.

BR-153: homem embriagado é preso portando arma de fogo em veículo

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(Divulgação/PFR)

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou a prisão em flagrante de um homem inabilitado que dirigia embriagado na BR-153 gerando risco aos demais usuários. O homem ainda portava uma arma de fogo e munições e o veículo conduzido era objetivo de furto/roubo.

A PRF foi acionada por meio do Centro de Comando e Controle  da PRF/TO pelo número 191, acerca de  um veículo VW Voyage que estaria  transitando em “zigue-zague” colocando em risco a vida de terceiros e gerando perigo de dano.

Diante da denúncia, referido veículo fora abordado pela equipe da PRF em Guaraí/TO, BR 153 km 332, às 18h25.

O condutor do automóvel,  E.H.S de 46 anos, lavrador, no momento da abordagem apresentou  visíveis  sinais e sintomas de embriaguez, a qual foi comprovada pelo teste de etilômetro com resultado de 1,0 miligramas de álcool por litro de ar alveolar. Além disto, o homem também não possui carteira de habilitação.

Na sequência da fiscalização, os policiais  localizaram dentro do veículo uma arma fe fogo e munições (espingarda cartucheira calibre 36 com mais dois cartuchos intactos).

Dando continuidade, a equipe ainda constatou a adulteração  dos sinais identificadores do veículo e levantado o automóvel  original, verificou que o mesmo fora roubado em 24/04/2011 em Goiânia/ GO.

Diante do exposto,  o condutor foi detido pelos crimes:

–  Conduzir veículo automotor sem habilitação gerando perigo de dano;

– Embriaguez ao volante;

– Porte ilegal de arma de fogo e munições;

– Receptação do veículo produto de crime;

Diante dos fatos, condutor, automóvel, arma de fogo e munições, foram encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil em Guaraí/ TO para continuar dos procedimentos legais.

Até que ponto teremos que destruir para começar a reconstruir?

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por Marco Aurélio Jacob

Este não é mais um daqueles textos ecochatos como diriam alguns ilustres insensíveis aos problemas que ultrapassam sua esfera pessoal e imediata.

As queimadas, as inundações, a seca, o aquecimento global, a qualidade do ar são problemas da natureza, certo? O que eu posso fazer já que quem toca fogo e incendeia o campo está longe? Ou se não sou eu que corto arvores ou poluo o meio ambiente?

Para a primeira pergunta a resposta é: Errado. É a mão do homem e da mulher que interfere e infelizmente tem como prática a queimada para se livrar do resto das folhas do quintal ou o lavrador para limpar o campo pré ou pós colheita, do mato alto que se alastrou e até mesmo para aumentar a área de plantio. As inundações que vem pela falta de área verde no quintal (absorção do solo), ou mesmo de quem tem uma área ao lado do rio e cortou as árvores da mata ciliar para construir mais perto desde até quem usa o carro ou tecnologias provindas de indústrias poluentes, ou produtos tóxicos como os agrotóxicos.

Até que ponto teremos que destruir para começar a reconstruir?

Cada ato que é praticado, cada coisas que é utilizada, os hábitos desenvolvidos em nome do consumo e do imediatismo precisam ser repensados racionalmente. Para isso iremos desenvolver esta série de reportagens, dicas e estímulos com base em bons exemplos e boas práticas de como podemos fazer parte da mudança que o mundo precisa.

Não é só a política que precisa de mudanças, todos nós podemos mudar e ajudar a ser aquilo que queremos ver.

Em 2015, em Nova Iorque, foram estabelecidos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU para este milênio… sim, para os próximos mil anos. Mais de 150 líderes mundiais assinaram o termo que deve ser implementado por todos os países do mundo até 2030.

Até que ponto teremos que destruir para começar a reconstruir?

Para ter acesso ao conteúdo completo dos objetivos e análise ponto a ponto as nações unidas clique no link do artigo abaixo:

Conheça os novos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU

Dentre as diretrizes que precisam ser repensadas com urgência estão os famosos Rs, alguns dizem “3 Rs”: 1. Reduza o consumo, 2. Recicle e 3. Reutilize os Produtos. Mas prefiro os “5 Rs” que são mais completos:

Até que ponto teremos que destruir para começar a reconstruir?

1. REPENSAR: Este é o mais importante de todos. É a matriz dos seres humanos, a capacidade de pensar e fazer associações. Podemos reavaliar nossos hábitos e mudar. Assim como várias pessoas redefinem seus corpos com dietas e educação alimentar ou outras se dedicam e passam em vestibular ou concursos difíceis, todos somos capazes de raciocinar e pensar em como estamos lidando com o mundo e nosso entorno. Se estamos jogando lixo no lugar certo e consumindo coisas que não fazem bem, tanto para nós, como para o meio ambiente e se estamos sendo bons exemplos as crianças, mesmo que não tenhamos filhos. Aquela frase é ótima: “Não faça nada que você não faria se alguém tivesse olhando.” Precisamos desenvolver a empatia e se importar sim com os outros, não diretamente com aqui que pensam, mas com aquilo que seremos exemplos ou que legado deixaremos para a sociedade.

Até que ponto teremos que destruir para começar a reconstruir?

2. REDUZIR: Principalmente a geração de lixo e consumo inconsequente com desperdício, ou excesso de embalagens. Comprar em feiras e atacado é melhor, mais saudável e menos poluente. Escolher produtos mais duráveis, isso pode significar mais caro algumas vezes, mas a longo prazo fica mais barato. É o que acontece, por exemplo, com o liquidificador ou com a furadeira barata: eles quebram e precisaremos comprar várias durante a vida, ou então optarmos por um produto melhor que compense arrumar ao invés de jogar fora. Em relação ao consumo direto tem as embalagens retornáveis de bebidas, as pilhas recarregáveis, lanternas com dínamo (aquela que gira e acende) ou luz solar, enfim, a cada dia temos mais novidades no setor eco tecnológico.

Até que ponto teremos que destruir para começar a reconstruir?

3. RECUSAR: A decisão de comprar ou não um produto, escolher um serviço ou outro é sempre pessoal. Produtos poluentes como aerossóis, alimentos transgênicos, isopor, sacos plásticos e embalagens não recicláveis, lâmpadas incandescentes (as antigas) devem sair de mercado e parar de serem utilizadas, já que existem lâmpadas led e sacolas biodegradáveis (que de decompõe na natureza), por exemplo.

Até que ponto teremos que destruir para começar a reconstruir?

Muita gente está abrindo os olhos e recusando as empresas que poluem demais como a do petróleo (optando por transporte coletivo, caminhada ou bicicleta) ou as empresas que poluem os lençóis freáticos e os aquíferos com o excesso de agrotóxico, como a Bunge, a Monsanto, a Basf, ou do ramo alimentício segundo a Oxfan, as empresas mais poluentes são: a Associated British Foods, Coca- Cola, Danone, General Mills, Kellogg’s, Marte, Mondelez International, Nestlé, PepsiCo e Unilever.

Há ainda empresas ou fazendeiros que pagam pouco aos funcionários (ou com trabalho escravo), que fazem uso errado dos recursos naturais ou destroem a floresta amazônica para plantar soja (como o ministro da agricultura Blairo Maggi). Ou parar de comer carne, tanto pela crueldade, como pela poluição e destruição que sua prática gera:

Até que ponto teremos que destruir para começar a reconstruir?

4. REUTILIZAR: Reutilizar é um ato consciente e inspirador: embalagens, pneus, papel, vidros, metal e qualquer produto que possa ter um novo uso… um novo olhar ajuda a ampliar a vida útil além de reduzir a extração de matérias-primas para sua confecção. Tem um vídeo que aborda muito bem a origem e o impacto da extração de matéria prima e seu custo para o planeta:

“A origem das coisas”

Segue um exemplo de como reutilizar as embalagens de amaciantes:
Até que ponto teremos que destruir para começar a reconstruir?

5. RECICLAR: Infelizmente muitas cidades ou países ainda não abriram os olhos para a riqueza que é o mercado dos reciclados.

Até que ponto teremos que destruir para começar a reconstruir?

Além de lucrativo gera muitos empregos com toda a sua cadeia de produção e ainda faz um limpa ao meio ambiente.

Mas é um trabalho que deve ser iniciado já nas escolas, explicando os tipos de resíduos (lixos), suas características, e a possibilidade de reciclagem ou não. Existe a separação simples: de resíduos orgânicos, restos de comida, guardanapos usados, fraldas; e os resíduos recicláveis, latas, papeis, plásticos, vidros. Na parte dos resíduos recicláveis é possível fazer a separação já na hora do descarte com as lixeiras com cores diferentes:

Até que ponto teremos que destruir para começar a reconstruir?

Assim podemos contribuir com um mercado em ascensão e também cobrar dos nossos governantes a implementação do sistema de coleta seletiva, como já existe em muitas cidades no Brasil e no mundo. Com postos de reciclagem ou com a coleta intercalada entre lixo comum (orgânico) e o lixo reciclável. Melhorando o meio ambiente e ainda gerando mais empregos.

Até que ponto teremos que destruir para começar a reconstruir?

Existem várias formas de contribuir, mas a principal é a conscientização de que é preciso mudar. Este é o primeiro passo para então pensar nos próximos e tomar as atitudes necessárias para que o mundo não seja destruído antes do tempo.

Por isso o título deste artigo: “Até que ponto teremos que destruir para começar a reconstruir”, diante de tanta destruição e tanta gente que pensa que uma pessoa só não faz a diferença… mas faz sim, cada um importa, pois o mundo como está hoje e como ele foi moldado para uso da própria humanidade. O mundo é feito de pessoas de carne e osso e cada atitude faz a diferença tanto que conhecemos os grandes indivíduos por nome e estudamos suas histórias, suas conquistas e sua contribuição ou não para este planeta.

Deixo aqui a pergunta para despertar atitude: Que tipo de pessoa você quer ser? Alguém que ajuda a reconstruir e preservar, que seja um modelo para os próximos e para as crianças que estão em seu entorno… Ou alguém que vê o mundo passar e não faz nada, que só usa e destrói sem pensar nas consequências de seus atos. Quem é você? Em que você quer se tornar? Ainda dá tempo!

Até que ponto teremos que destruir para começar a reconstruir?

Rescisão de contrato de trabalho sem sindicato fragiliza empregado, aponta debate

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(Agência Senado)

A reforma trabalhista (Lei 13.467/2017), em vigor desde novembro do ano passado, acabou com a necessidade de o sindicato da categoria ou o Ministério do Trabalho revisar a rescisão dos contratos dos trabalhadores. Com isso, empregados e empregadores têm recorrido a cartórios para finalizar as relações trabalhistas. Audiência pública promovida nesta quinta-feira (22) pela Subcomissão Temporária do Estatuto do Trabalho apontou que a medida deixa os profissionais desprotegidos.

Segundo o presidente da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho, Ângelo Fabiano Farias da Costa, cartórios já têm oferecido o serviço por meio de uma escritura pública que pode ser emitida, inclusive, por meio eletrônico, sem a necessidade de comparecimento ao local físico. Ele observou que a participação dos sindicatos e do Ministério do Trabalho garantia o pagamento correto dos valores rescisórios.

— Estão fazendo por meio eletrônico, o que aumenta a possibilidade de sonegação de direitos trabalhistas. A reforma trouxe uma série de instrumentos para retirada de direitos trabalhistas. É preciso rever esses instrumentos – apontou.

Para o vice-presidente da subcomissão, senador Paulo Paim (PT-RS), a extinção da necessidade de comparecimento ao sindicato ou à superintendência do Ministério do Trabalho para homologar uma rescisão contratual abre espaço para fraudes.

— Daqui a pouco o trabalhador vai receber a rescisão pelo correio – lamentou Paim.

Itamar Kunert, da Central dos Sindicatos Brasileiros, ressaltou que a homologação garante segurança jurídica para trabalhadores e empresários, pois demonstra que o empregador pagou o que deveria e o trabalhador recebeu aquilo que tinha direito.

– A homologação é a coisa mais importante não apenas para o trabalhador, mas para o empresário. É uma garantia de que houve um corte no contrato de trabalho– assinalou.

Demissão imotivada

A reforma trabalhista criou a possibilidade de funcionário e patrão negociarem uma demissão de comum acordo. O trabalhador que optar por essa nova forma de demissão perde o direito ao seguro-desemprego e ganha somente a metade do valor correspondente ao aviso prévio e da multa do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Essa nova ferramenta pode ser utilizada para coagir o trabalhador ao consenso, segundo participantes da audiência.

Na avaliação de Rogério Silva, membro do Comando Nacional de Mobilização do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), a demissão sem justa causa — aquela que não pode ser justificada por falta grave do trabalhador ou por motivos econômicos relevantes – precisa ser revista.

—   A dispensa imotivada é hoje um poder que o empregador tem sobre o empregado, algo que já não é permitido em vários países. Essa dispensa não poderia ser por puro arbítrio do empregador – criticou.

O presidente da Associação Latino-Americana de Juízes do Trabalho, Hugo Melo Filho, também defendeu a regulamentação do artigo 7º Inciso I da Constituição Federal, estabelecendo regras para proteção do empregado contra dispensas arbitrárias.

Contratos precários

Outro ponto frisado na reunião foi a regulamentação de novas modalidades de contratos de trabalho como intermitente e temporário. Para a vice-presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), a juíza Noemia Porto, esses contratos precários enfraquecem os sindicatos e diminuem o poder de negociação dos trabalhadores e o respeito aos seus direitos

— Está em curso um processo de desprofissionalização dos trabalhadores e um processo de desindicalização que atinge a identidade coletiva dos trabalhadores, que é fundamental pela luta de melhor qualidade de vida e de trabalho. Eu deixo de ser o engenheiro ou a cozinheira e passo a ser o PJ, o autônomo, o trabalhador intermitente – alertou

Mercado de trabalho

Apontada pelo governo como saída para gerar emprego no país, a reforma trabalhista não conseguiu abrir nenhum novo posto de trabalho, de acordo com a pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho da Universidade de Campinas (Cesit/Unicamp), Marilane Oliveira Teixeira. Também não conseguirá assimilar as 4,5 milhões de pessoas em idade economicamente ativa que entraram no mercado de trabalho desde 2015, conforme a pesquisadora.

— No mesmo período foram retiradas 726 mil pessoas do mercado. É como se ninguém tivesse sido incorporado e além disso mais de 700 mil saíram. É uma catástrofe – disse.

Trabalho informal

Ainda de acordo com dados apresentados pela pesquisadora, o trabalho informal, que vinha registrando queda até 2013, disparou nos últimos anos e tende a aumentar com a reforma:

— Hoje, somando o trabalho não registrado e o por conta própria são 36 milhões de homens e mulheres contra 34 milhões com carteira de trabalho – registrou.

Agência Senado

Prestigiado no norte, Miranda dispara: “TO voltar a traduzir o sentimento de um governante municipalista”

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Maria José Cotrim

O governador Marcelo Miranda (MDB) cumpriu extensa agenda nesta sexta-feira, 23, na região norte do Estado e conseguiu reunir vários líderes políticos da região do entorno de Araguaína. Marcelo entregou  trechos de rodovias restauradas e manteve o discurso otimista. “Quando você está trabalhando com setores importantes da administração que é a infraestrutura, também trabalhando com parceiros como o Banco mundial, nós fechamos aqui hoje um ciclo desta região. O mais importante é voltar aqui na região de Araguaína, Babaçulândia, Bielândia, posso dizer que aqui começou minha vida pública…”, relembrou.

“Vivemos um momento difícil, muito complicado mas o Tocantins tem dado seus exemplos dentro das possibilidades de voltar a traduzir um sentimento de um governante municipalista”, disse ao citar a participação dos prefeitos e parlamentares na entrega das obras. Miranda foi prestigiado também pelos populares presentes.

Prestigiado no norte, Miranda dispara: "TO voltar a traduzir o sentimento de um governante municipalista"

Miranda afirmou que todos os investimentos foram feitos pensando no desenvolvimento da região. “Estamos diminuindo distâncias e interligando regiões”, afirmou.

buscar recursos onde tem que buscar Vejo que o dia de hoje marca a história desta região, porque todos se uniram, não foi só o Marcelo Miranda, estamos ultrapassamos a barreira de 1500 km restauradas e pavimentadas.

Trechos entregues

As obras inauguradas correspondem a cinco trechos de rodovias: TO-222, que liga Avenida Filadélfia/Araguaína ao entroncamento da TO-424 (acesso a Babaçulândia), totalizando 16,95 km; TO-424, que liga Babaçulândia ao entroncamento da TO-222, com 37,54 km; TO-222, ligando o entroncamento da TO-424 (acesso a Babaçulândia) até Bielândia, em um total de  34,71 km; TO-222, interligando Bielândia a Filadélfia, com 48,23 km; e o trecho de 39,33 km, na TO-130, que liga Bielândia a Barra do Ouro.

Vistoria no Case revela que internos tomam banho na pia por falta de chuveiro

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Por falta de chuveiro no Bloco C do Centro de Atendimento Socioeducativo
(Case) de Palmas, 15 adolescentes internos no local precisam tomar banho de
forma improvisada, usando uma pia e um pote de sorvete ou caneca. O local
destinado para o banheiro dos alojamentos é apertado, com menos de um metro
quadrado para a pia e o vaso. No Bloco C, a divisão entre os espaços para
banho e sanitário é feita com um cobertor. A situação precária foi
identificada pela Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) em
vistoria realizada nesta sexta-feira, 23.

Vistoria no Case revela que internos tomam banho na pia por falta de chuveiro

“Arrumamos um pote velho de sorvete e uma caneca, aí o jeito é tomar banho
jogando água, não dá pra ficar sem banho. O ruim é que o quarto molha todo,
mas fazer o quê”, disse um dos socioeducandos. Ele está em um alojamento com
capacidade para três pessoas, mas o espaço tem, ao todo, cinco socioeducandos.
Conforme equipe responsável pelo Case, os banheiros do Bloco C nunca tiveram
chuveiro. Desta forma, o único pavilhão com chuveiro é o B, pois o A está
desativado há anos por falta de infraestrutura.

A vistoria da DPE foi realizada pelo Núcleo Especializado de Defesa da Criança
e do Adolescente (Nudeca). Na ocasião, os defensores públicos Daniel Gezoni
(coordenador substituto do Nudeca) e Maurina Santana, acompanhados da equipe
do Nudeca e de técnicos do Case, visitaram as principais instalações do local
e conversaram com os adolescentes.

Problemas
Conforme a vistoria, o Bloco C possui a situação mais grave do Case, pois não
há ventilação e iluminação adequada. No local, foi iniciada uma reforma há
cerca de dois anos, que até o momento não foi concluída. A vistoria da DPE-TO
identificou, ainda, superlotação nos dois pavilhões em funcionamento, visto
que os alojamentos têm capacidade para três pessoas e acolhe até cinco
pessoas, atualmente.

A quadra de esportes possui muitos buracos, goteiras e rachaduras no teto,
correndo o risco de ceder a qualquer momento. Ao lado do Case  está localizado
o Centro de Internação Provisória Masculina e Feminina de Palmas (Ceip). No
mês de novembro, uma forte chuva derrubou o muro que divide os dois terrenos,
porém, ele ainda não foi reerguido, pois a obra foi iniciada e não concluída.
Em funcionamento
O serviço de assistência de saúde (odontologia e enfermagem) e a escola estão
funcionando normalmente. No local, há atividades extracurriculares e de lazer
como piscina, campeonatos de futebol, horta comunitária e aulas de serigrafia
e informática, fruto de uma parceria com o projeto “Socieducar – Unidos para
Vencer”, de iniciativa da Defensoria Pública com apoio da Secretaria Estadual
da Cidadania e Justiça (Seciju).

O projeto contava também com aulas de violão, porém, as atividades estão
paralisadas por falta de professor.

Case
O Case conta, atualmente, com 32 adolescentes internos. O espaço é composto
por três blocos de alojamentos (um está desativado), refeitório, quadra
poliesportiva, escola, salas para oficinas, capela, piscina, pátio para
exercícios físicos ao ar livre, salas da administração, estacionamento e
guarita, distribuídos em 33.468, 45 m².

Vai aumentar? Tarifa do transporte coletivo na capital pode ir para R$ 3,88, diz Acipa

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Aconteceu na última quarta-feira, 21, mais uma reunião do Conselho Municipal de Transporte, do qual a Associação Comercial e Industrial de Palmas (Acipa) faz parte. Representado pelo então diretor de Tecnologia e Inovação, Divino Eterno da Silva, o conselho debateu um novo aumento de tarifa do transporte coletivo, proposto pela Prefeitura de Palmas.

Segundo Divino, esse aumento vem sendo debatido no conselho desde o ano passado. Atualmente, a passagem custa R$ 3,50 mas, com os cálculos, a nova tarifa atingiria o valor de R$ 3,88. De acordo com a gestão municipal, o aumento se deu por diversos fatores, entre eles a retirada de subsídios do ICMS sobre o óleo diesel, que fez com que o custo do combustível para as empresas de transporte aumentasse em R$ 0,16 por litro, além da inclusão R$ 0,04 por tarifa que será uma taxa de fiscalização da Agência de Regulação de Palmas.

Vai aumentar? Tarifa do transporte coletivo na capital pode ir para R$ 3,88, diz Acipa

Para o diretor, esse aumento é preocupante para o empresário, porque parte desse valor é pago pela empresa. “A preocupação é que esse aumento venha onerar mais o custo das empresas, pois além do aumento do valor da tarifa ainda foi acrescida uma taxa que vai ser direcionada para a agência de regulação. Somados, nós temos aí um aumento de praticamente 18% no custo das empresas com a folha de transporte dos funcionários. Para um mercado como o de Palmas, que ainda é pequeno, acaba que todo mundo paga a conta, até quem não utiliza o transporte coletivo”, comentou.

Uma das medidas avaliadas para que se chegue a um menor valor da tarifa é a redução de 5% da frota. Atualmente, são 200 ônibus para atender a população palmense. Com a redução, 190 ônibus passariam a atender a mesma demanda e a isenção da taxa proposta para a ARP, chegando ao valor de R$3,75 com essas duas medidas. O Conselho Municipal de Transporte se reúne no próximo dia 15 de março para nova discussão.

Este assunto é muito importante, pois precisamos zelar pela saúde do sistema de transporte e pela competividade das empresas, de forma que sejam cada vez atrativas e impulsionadoras do crescimento da nossa região.

Tocantins tem mais de 75 mil pessoas desempregadas; mulheres lideram desemprego

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Foto: Carlessandro Souza

Lucas Eurilio

Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) através da Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar (PNAD) mostra que em 2017, 75 mil pessoas estavam fora do mercado de trabalho no Tocantins. Os dados mostram ainda que a porcentagem maior de desemprego está entre as mulheres.

No final de 2017 elas representavam 12,4% das pessoas que estavam foram do mercado de trabalho, já entre os homens, a taxa diminui e cai para 9,1% . A pesquisa que foi dividida entre sexo, escolaridade e idade aponta ainda que os que mais sofrem com a falta de emprego são as pessoas com nível médio escolar incompleto.

Por outro lado, os tocantinenses com nível superior formam um grupo de 4,5% de desempregados, em todo o país essa média ficou em torno de 6,2%.

Em primeiro lugar ficou o Amapá, com 16,8% da população desempregada. Em segundo Pernambuco com 18,8% e em terceiro o Rio de Janeiro com 15,5%, o Tocantins está na 18ª colocação. O estado com menos pessoas fora do mercado de trabalho é o de Santa Catarina com 6,3%.

A Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar é um levantamento por amostra probabilística de domicílios e tem abrangência nacional.

O intuito é produzir informações básicas de estudos para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil e possibilita também que sejam investigados os indicadores sobre trabalho e rendimento do trabalhador.

Preso homem suspeito de aliciar e estuprar adolescente de 14 anos

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(Divulgação/SSP)

 A Polícia Civil do Estado do Tocantins, por intermédio da Delegacia de Taguatinga efetuou, na tarde do último dia 22, a prisão de Wagner José de Almeida, de 59 anos de idade. Ele é suspeito pela prática do crime de violência sexual, mediante fraude, e foi capturado em cumprimento a mandado de prisão preventiva.

Conforme o delegado Giordano Bruno Curado Camargo, responsável pelo caso, Wagner José é suspeito de ter praticado o crime de violência sexual mediante fraude contra uma adolescente de apenas 14 anos de idade.

 Ainda segundo o delegado, durante o período de investigação, ficou constatado que o conduzido tinha o hábito de seduzir e aliciar adolescentes, se utilizando de vantagens financeiras, presentes ou ainda promessas falsas para satisfação sexual própria, sendo que persistia em tal conduta criminosa, há pelo menos 10 anos.

 O suspeito já vinha sendo investigado pela prática de estupro de vulnerável, praticado em desfavor de outra adolescente, à época, com 12 anos de idade. Ainda de acordo com o delegado, o trabalho de investigação foi feito de maneira sigilosa, tendo em vista a influência financeira, política e familiar do acusado, resultando na prisão do mesmo, no final da tarde de ontem, (22.02).

Por fim, frisa-se que Wagner tentou empreender fuga no momento em que seria recolhido à Unidade Prisional de Taguatinga, correndo “a pé”, o que resultou em mais um procedimento em desfavor dele, dessa vez por desobediência e resistência à prisão.

Após os procedimentos legais cabíveis, o indivíduo foi recolhido à carceragem da Cadeia Pública local, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

O delegado Giordano Bruno alerta a população em geral para continue ajudando a Polícia Civil, denunciando qualquer tipo de ação criminosa ocorrida, em Taguatinga e região.

 “O apoio da população é fundamental para identificar novas vítimas do suposto autor de crimes sexuais e, desta maneira, pedimos aos cidadãos que liguem no disque denúncia da Polícia Civil, através do telefone 197, e colaborem para que possamos ter um Estado cada vez mais seguro”, ressaltou o delegado.

Governo entrega obras de rodovias com mais de 176 km recuperados no norte do Estado

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(Foto: Frederick Borges/Governo do Tocantins)

O governador Marcelo Miranda inaugurou 176,76 km de rodovias recuperadas pelo Programa de Desenvolvimento Regional Integrado e Sustentável (PDRIS), na modalidade Contratos de Reabilitação e Manutenção (Crema), na região de Araguaína e entorno. Com a inauguração, que ocorreu nesta sexta-feira, 23, são 302,70 km de rodovias recuperadas no norte do Tocantins.

“O que estamos vendo aqui é a junção de forças de líderes que querem o bem dessa região. E o objetivo é continuarmos trabalhando, discutindo políticas públicas que promovam o bem-estar social e o desenvolvimento do nosso Estado. Fico feliz com cada demanda que recebo, porque elas nos mobilizam em prol daquilo que a população precisa”, afirmou o governador.

As obras inauguradas correspondem a cinco trechos de rodovias: TO-222, que liga Avenida Filadélfia/Araguaína ao entroncamento da TO-424 (acesso a Babaçulândia), totalizando 16,95 km; TO-424, que liga Babaçulândia ao entroncamento da TO-222, com 37,54 km; TO-222, ligando o entroncamento da TO-424 (acesso a Babaçulândia) até Bielândia, em um total de  34,71 km; TO-222, interligando Bielândia a Filadélfia, com 48,23 km; e o trecho de 39,33 km, na TO-130, que liga Bielândia a Barra do Ouro.

Ainda sobre os benefícios entregues, Marcelo Miranda comentou que “são trechos que beneficiam produtores, promovem a integração segura entre as regiões do Estado, o nosso Agronegócio e aumentam as possibilidades de novos investimentos. Estamos transformando a infraestrutura rodoviária do Tocantins”.

Há 50 anos morando às margens da TO-222, próximo ao entroncamento da TO-424, João Araújo Cavalcante é dono de um estabelecimento comercial, onde já ouviu muitas histórias sobre as rodovias. “Antes era acidente, carro que quebrava nas estradas. Agora melhorou muito. Tenho uma fazenda perto de Babaçulândia e era uma luta para chegar lá. Agora não. Em trinta minutos, no máximo, dá para chegar lá”, contou.

O prefeito de Babaçulândia, Aleno Dias Guimarães, agradeceu, ao Governo, pela realização das obras que cortam o município. “Essas obras têm um papel muito importante para nossa região, pois promovem o desenvolvimento do Turismo, o fortalecimento da nossa economia. Promovem a segurança de quem transita por essas rodovias”, destacou.

O prefeito de Filadélfia, Ivanilson Gonçalves de Alencar, citou os desafios que eram enfrentados pela população da região.  “Gastávamos de três a quatro horas para sair de Filadélfia a Araguaína, sem contar os carros quebrados que encontrávamos. Com orgulho, inauguramos essas obras que melhoram a vida da nossa gente”, ressaltou.

Obras

Foram realizadas obras de reabilitação, reforço estrutural, reconstrução do pavimento, drenagem e sinalização (horizontal e vertical). Essas obras integram o convênio firmado pelo Governo do Estado do Tocantins, por meio da Agência Tocantinense de Transportes e Obras (Ageto), com o Banco Mundial.

Governo entrega obras de rodovias com mais de 176 km recuperados no norte do Estado
(Foto: Frederick Borges/Governo do Tocantins)

Investimentos

Os cinco trechos rodoviários entregues contaram com um investimento de R$ 40.009.936,66. As obras fazem parte de um contrato de 10 trechos, e 302,70 km de rodovias, com investimento total no valor de R$ 68.516.677,01. Com a entrega desta etapa, somados aos outros trechos já inaugurados em 2017, de Araguaína a Porto Lemos na divisa TO/PA, as principais rodovias estaduais do entorno de Araguaína estão com seus pavimentos totalmente recuperados.

Dentre os trechos, oito foram na TO-222. De Filadélfia, na divisa TO/MA, passando por Araguaína e cruzando a BR-153 até Porto Lemos, na divisa TO/PA, às margens do rio Araguaia, a rodovia está com pavimento novo. Nesse roteiro, os municípios beneficiados são Filadélfia, Povoado Bielândia, Babaçulândia, Araguaína, Aragominas, Muricilândia, Santa Fé do Araguaia e Povoado Porto Lemos.

Os outros dois trechos são da TO-130, ligando Bielândia até Barra do Ouro e da TO-424, do trevo da TO-222 até o município de Babaçulândia, que também fica na divisa com o Maranhão, ambos na região nordeste do Estado.

Presenças

Além da população das cidades beneficiadas com as obras de recuperação nas rodovias, a solenidade de inauguração contou com a presença de secretários de Estado, deputados estaduais Amélio Cayres, Valderez Castelo Branco e Jorge Frederico; da deputada federal e primeira-dama do Estado, Dulce Miranda, e dos deputados César Halum e Lázaro Botelho.

Justiça converte prisão preventiva em domiciliar para mulher com três filhos pequenos

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(Foto:Divulgação CNJ)

Suspeita de tráfico de drogas, Vanizia Dias Romano Nogueira teve a prisão preventiva convertida em prisão domiciliar na última quinta-feira (22/02) por decisão do juiz Cledson José Dias Nunes, da comarca de Miranorte. A medida está em consonância com o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), que concedeu um Habeas Corpus coletivo na terça-feira (20/02) determinando a substituição da prisão preventiva por domiciliar de mulheres presas, em todo o território nacional, que sejam gestantes ou mães de crianças de até 12 anos ou de pessoas com deficiência. Vanizia tem três filhos pequenos (um, sete e 10 anos), sendo que um deles precisa de cuidados especiais.

A decisão está baseada no artigo 318 do Código de Processo Penal, que estabelece que o juiz poderá substituir a prisão preventiva pela domiciliar quando o agente for:

I – maior de 80 anos;

II – extremamente debilitado por motivo de doença grave;

III – imprescindível aos cuidados especiais de pessoa menor de 6 (seis) anos de idade ou com deficiência;

IV – gestante;

V – mulher com filho de até 12 anos de idade incompletos;

VI – homem, caso seja o único responsável pelos cuidados do filho de até 12 (doze) anos de idade incompletos.

Para o magistrado tocantinense, “a substituição da custódia preventiva pela prisão domiciliar leva em consideração certas situações especiais, de natureza humanitária, visando tornar menos desumana a segregação cautelar, permitindo que, em vez de ser recolhido ao cárcere, ao agente seja imposta a obrigação de permanecer em sua residência, desde que exista prova idônea dos requisitos estabelecidos no artigo 318, do CPP”.

Ao avaliar o processo envolvendo a acusada, o juiz considerou que a requerente se encontra presa por ter praticado, em tese, infração penal que, embora seja grave, não se trata de crime praticado mediante violência ou grave ameaça contra seu descendente. “Por conseguinte, em obediência à decisão coletiva, que abrange a ora requerente, proferida pelo Supremo Tribunal Federal no (HC 143641), a substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar é medida que se impõe”, destacou.

Outros casos

Na Comarca de Aurora, o juiz Jean Fernandes Barbosa de Castro também já havia decidido pela prisão domiciliar no caso de uma mulher presa em flagrante ao tentar entrar na Cadeia Pública de Novo Alegre com drogas. O magistrado considerou, na época, o fato da acusada ser mãe e ainda está amamentando. “Logo, penso que apesar da gravidade concreta da conduta, o fato de a autuada possuir quatro filhos, três menores de 12 anos, sugere a conversão da prisão em domiciliar”, ponderou na decisão proferida em novembro do ano passado.

Entenda

Habeas Corpus concedido pela Segunda Turma do STF, que permite a prisão domiciliar, vale apenas para presas provisórias, ou seja, que ainda não foram condenadas. Não podem receber o benefício as mulheres que cometeram crimes violentos ou mediante ameaça; que cometeram crimes contra algum dos filho ou que perderam a guarda da criança por algum outro motivo que não seja a prisão. A medida também não atinge, por exemplo, uma mulher que tem filho, mas nunca conviveu ou cuidou dele.

Ao ser submetida à prisão domiciliar a pessoa deve:

a) Permanecer 24 horas por dia, em sua residência, sendo autorizada a saída apenas para consultas e tratamentos médicos, os quais devem ser comprovados nos autos em até 24 horas após cada saída;

b) Comparecer mensalmente ao Juízo para provar residência e justificar suas atividades;

c) Não se ausentar da cidade em que reside, sem autorização judicial, bem como não mudar de endereço sem prévia comunicação ao Juízo;

d) Ser mantida sob monitoração eletrônica.

 

Paula Bittencourt e Renata Mendes -Cecom TJTO

Ocupação em Tabocão: Famílias denunciam ameaças do Incra e da PM

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(Divulgação)

Lucas Eurilio

As 100 famílias que ocupam uma área na Fazenda Santa Bárbara, próximo a Fortaleza do Tabocão, região central do Tocantins, continuam sofrendo com a falta de interesse do governo em regularizar a situação deles no local. Segundo a coordenação regional do Movimento Sem Terra (MST), as pessoas que estão novamente na área foram ameaçadas pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e pela Polícia Militar.

Para Antônio Marcos,coordenador do MST, isso está deixando as famílias amedrontadas. “Ontem um ouvidor agrário regional visitou o local dizendo que as pessoas serão presas por desobediência da Justiça. Hoje, a Polícia Militar esteve no local e informou que as famílias serão despejadas neste sábado (24) ou na segunda-feira (26)”.

Marcos disse ainda que além da falta de ajuda do Incra, não entende o porquê dessas visitas, já que, segundo ele, até ontem não havia decisão judicial alguma sobre uma nova reintegração de posse.

“Não há decisão da Justiça, por isso as famílias estranharam o comunicado e estão com medo de que a polícia reaja com violência”, disse à Gazeta.

Em outra ocasião, o Ministério Público Federal emitiu nota dizendo o local é apropriado e exige que o Incra crie o assentamento. Em contrapartida, o Incra também enviou uma nota falando que o processo agora está nas mãos da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, por meio do Programa Terra Legal, isso porque após três laudos, técnicos decidiram por unanimidade que não haveria a criação do assentamento.

“A decisão da câmara técnica foi apreciada, na sequência, por outra instância administrativa do Incra no estado, denominada de Comitê de Decisão Regional, que por unanimidade ratificou o parecer de inviabilidade da área para implantação de qualquer modalidade de assentamento, conforme motivos técnicos agronômicos apresentados”, disse.

Nossa redação entrou em contato novamente com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária para buscar uma posição sobre as possíveis ameaças que as famílias dizem estar sofrendo, mas não obteve resposta até o momento.

A Polícia Militar do Tocantins também foi procurada e ainda não se posicionou sobre o possível incidente. O espaço continuará aberto para que ambas partes também sejam ouvidas.

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