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80% dos universitários já foram afetados por transtornos emocionais; disciplina na UFT visa ajudar alunos

| Gazeta do Cerrado - Para mentes pensantes | - 10/04/2019

Última atualização em 26/08/2019 14:31

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Com o objetivo de construir laços de cooperação e solidariedade ao abordar a saúde mental dos estudantes, começa a ser ofertada, a partir de 10 de abril, a disciplina “Prazer e Sofrimento na Universidade”. A disciplina, que é optativa, será oferecida, neste semestre inicial, aos alunos dos cursos de Jornalismo e de Administração. Serão ministradas 18 aulas, sendo 14 presenciais e quatro na modalidade de Ensino à Distância (EaD).

Foram disponibilizadas 30 vagas pela Matrícula Web – e a procura já excede o número da oferta. A ideia, no entanto, é estender a oportunidade para outros cursos da UFT. “Acredito que iremos caminhar para ser uma disciplina intercursos de apoio aos discentes, que terão um espaço de fala e escuta para as suas dores”, revela a professora Liliam Deisy Ghizoni, responsável pela disciplina.

Entre o prazer e o sofrimento

Sofrimento psíquico é algo que pode atingir de alunos ingressos a formandos no decorrer da graduação. Da felicidade em se adentrar esta nova fase da vida – em que os anseios profissionais se acentuam – à pressão pelas demandas das disciplinas e os questionamentos pessoais que surgem ao longo dos semestres, a saúde mental dos estudantes vê-se, muitas vezes, oscilante, à deriva. Segundo uma pesquisa divulgada em 2018, pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), 80% dos universitários já foram afetados por transtornos emocionais.

Visando ser um espaço de acolhida, a disciplina “Prazer e Sofrimento na Universidade” quer-se um ambiente de fala e escuta das narrativas de prazer e sofrimento vivenciadas pelos estudantes durante o convívio universitário. “Esperamos atender a demanda de cuidar dos discentes nas questões que envolvam o binômio prazer-sofrimento na academia”, enfatiza a professora.

E, na prática, como isso ocorrerá? “Vamos trabalhar, num primeiro momento, para fazer as escutas destas demandas e, no segundo, para elaborar projetos de ação que promovam uma rede de apoio permanente”, esclarece Liliam.

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