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Dia do Meio Ambiente: Construções sustentáveis ganham mais espaço com aumento do interesse da população

Por: Luciane Santana | 04/06/2020

Última atualização em 04/06/2020 17:43

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Sustentabilidade ambiental e economia estão entre os principais fatores que interferem diretamente na escolha dos consumidores na hora da compra da casa própria

As mudanças ambientais e climáticas provocadas pela interferência humana têm sido uma das preocupações das pessoas na hora de comprar produtos ou contratar algum serviço. De acordo com o relatório World Green Building Trends 2018, 34% dos fatores que motivam as futuras atividades de construção sustentável estão diretamente vinculadas às demandas dos clientes.

Já a pesquisa do Sistema Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido aponta que a construção de casas autossuficientes em energia e climatização seria responsável pela economia de 1,2 bilhão de libras, o equivalente a 8,3 bilhões de reais. E isso passaria até mesmo por medidas consideradas simples, como reciclagem de lixo, uso de energia solar e reaproveitamento de água.

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A valorização do meio ambiente tem ganhado importância nos últimos anos, principalmente com o incentivo da adoção de um estilo de vida mais sustentável e que não provoque grandes impactos na natureza. Uma das medidas para conscientizar e minimizar os impactos da ação humana foi a criação de uma data especial em 1972, durante a Conferência de Estocolmo (Suécia), para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente: 5 de junho.

Pensando nessas demandas, construtoras têm implantado ações de sustentabilidade desde as obras para economizar e, ao mesmo tempo, preservar o meio ambiente. A Consciente Construtora e Incorporadora, por exemplo, tem apostado em um processo de gerenciamento de resíduos, onde separa os materiais que podem ser reaproveitados e aqueles que devem ser descartados.

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Segundo supervisora de qualidade da construtora, Amanda Gomes, além da importância do reaproveitamento do material que seria descartado na natureza e a economia para a empresa, a iniciativa ainda possibilita movimentar a cadeia econômica diretamente envolvida com a sustentabilidade. “Além de diminuir os custos com descarte, conseguimos reaproveitar os resíduos que seriam enviados para os aterros sanitários e ainda destinamos às cooperativas recicladoras, que acabam gerando renda”, destaca a supervisora.

Além de plásticos, papéis, vidros, metais, madeiras e gessos, a construtora também tem reciclado resíduos utilizados diretamente na construção, demolição, reforma e reparos dos empreendimentos, como tijolos, blocos de revestimentos e materiais de concreto. “No Gaia Consciente Home, esses resíduos são destinados a uma empresa especializada na reciclagem desses tipos de materiais, onde o entulho é triturado e transformado novamente em matéria-prima”, explica Amanda.

 

Bem-estar e economia

O pós-obra também não tem sido ignorado pelas construtoras. A supervisora de marketing da Consciente Construtora, Gabriela Machado, destaca que os empreendimentos têm buscado atender as necessidades dos clientes como bem-estar e economicidade. O empreendimento Gaia Consciente Home, por exemplo, que está sendo construído no Setor Bueno, contará com pomar e horta, além de painel solar e reaproveitamento de água da chuva nas áreas comuns.

A presença de reutilização de água, painel solar para geração de energia, contribui para a redução de custos, o que também supre a necessidade de otimizar os gastos do cliente no seu orçamento de gastos mensais”, destaca a supervisora.

Outra novidade é o chamado “teto verde”, que contará com árvores frutíferas que buscam contribuir para a melhoria do microclima na região e aproximar os moradores da natureza, mesmo morando em uma das regiões mais centrais de Goiânia. “A consciência ambiental e os fatores socioambientais estão presentes nos nossos valores e como um dos pilares que sustentam a empresa”, explica Gabriela.

Energia fotovoltaica

A MRV, por exemplo, tem investido na sustentabilidade em seus projetos desde a sua fundação há 40 anos. Só em 2018, 60% dos empreendimentos lançados pela construtora contavam com painéis fotovoltaicos e a meta é chegar a 100% em 2022. Os painéis instalados nos empreendimentos produzem mais de 700 kWh de energia limpa, o que equivale a uma economia de 400 mil quilômetros rodados por um carro popular e aproximadamente R$ 400 mil nos custos dos condomínios.

Entre os principais benefícios do uso da energia fotovoltaica é o fato de a energia ser renovável e limpa, ou seja, utiliza recurso não esgotáveis (a radiação solar) e não libera resíduos ou gases poluentes geradores do efeito estufa. A construtora investe nesse sistema desde 2017 inclui em seus lançamentos imobiliários, painéis fotovoltaicos para a produção da energia solar.

De acordo com o diretor de produção da MRV em Goiás, Raphael Paiva, o uso de painéis para captação de energia fotovoltaica pode contribuir para a queda de cerca de 80% da conta de energia elétrica do condomínio residencial, como o caso do Gran Oásis, empreendimento lançado em outubro em Goiânia. “Além de gerar mais economia para o morador, a iniciativa contribui para reduzir os impactos na natureza e deixar o condomínio ainda mais sustentável”, destaca Raphael.

Além das vantagens econômicas, Paiva ainda destaca que essa iniciativa reduz os impactos ambientais. “É importante investir nesse sistema também pensando na natureza. Dentre as matrizes energéticas, a energia solar é uma das que apresentam o menor impacto ambiental, já que não emite poluentes e não apresentam grandes impactos na instalação de suas usinas. Além disso, nosso país tem grande capacidade para investir nessa tecnologia”, destaca o diretor de produção da construtora.

Além dos painéis fotovoltaicos, a plataforma de soluções habitacionais também tem investido em outras iniciativas sustentáveis para a sociedade. Desde 2010, a MRV plantou quase 1,5 milhão de árvores em todo País ao implantar áreas verdes nos empreendimentos e revitalizar, praças, jardins e passeios públicos. “Algumas dessas iniciativas é a disponibilização de pomares nos empreendimentos, que além de proporcionar um ambiente mais agradável, também contribui para uma melhor interação entre os moradores”, explica Raphael Paiva.

A plataforma de soluções habitacionais também apostou em um sistema de reúso de água que possibilita o reaproveitamento de parte da água usada nos canteiros de obras. As águas são reaproveitadas em descargas de vasos sanitários e mictórios. O método parede de concreto feito no local utilizado pela construtora também permite a redução de resíduos nos canteiros de obras e atende aos critérios de sustentabilidade. Nele, as paredes de concreto moldadas não precisam ser quebradas para a instalação da parte hidráulica e elétrica, como acontece na alvenaria.

Já os empreendimentos entregues também contam com itens de sustentabilidade, como sensor de presença que desliga a luz das áreas comuns na ausência de pessoas, além de descargas com válvula duo flux, proporcionando economia de água.

Com inúmeras ações sustentáveis, a MRV foi convidada pela Organização das Nações Unidas (ONU) para apresentar um case que detalhou como os objetivos de desenvolvimento sustentável da Agenda 2030, composta por 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e 169 metas, geram valor para a sociedade e para a empresa. A participação da plataforma de soluções habitacionais aconteceu no painel sobre o futuro das cidades, em Nova York. Além disso, a MRV é signatária do Pacto Global da ONU desde 2016 e está presente há três anos no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE B3) e participa do conselho do Instituto Ethos.

 

Construções sustentáveis

O contato com a natureza e a sustentabilidade ambiental também são apostas de empreendimentos de alto padrão em Goiânia. O condomínio horizontal Plateau d’Or, que está em construção em área próxima ao autódromo de Goiânia, aproveita o status de a capital goiana ser uma das cidades com mais áreas do Brasil para preservar e recuperar aproximadamente 56 hectares de áreas arborizadas com espécies nativas do Cerrado. Segundo levantamento da Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), a cidade possui 94m² de área verde por habitante.

Entre os conceitos que permitem mais contato com a natureza propostos pelo condomínio estão espaços para ecotrilha e vias verdes. Outro conceito explorado pelo empreendimento é o de walkability, termo em inglês que remete ao estímulo da caminhada em espaços especialmente planejados para isso.

Segundo a especialista em gestão ambiental e mestre em engenharia do meio ambiente, Cinthia Martins Peixoto, o projeto busca estimular a mobilidade sustentável segura. “A ideia foi pensada em facilitar esse tráfego de pedestres de modo que as vias saem dos imóveis e dão acesso aos principais equipamentos de uso comum localizados dentro do condomínio”, explica Cinthia.

Cinthia também vê os novos empreendimentos cada vez mais preocupados com as mudanças de comportamento dos consumidores na sociedade, principalmente no crescimento do movimento de preservação ambiental. “Com a disseminação do coronavírus, cresceu ainda mais a reflexão das pessoas no intuito de aliar o bem-estar com a saúde, principalmente porque passamos a viver cada vez mais dentro de casa. E junto com esse bem-estar está justamente o convívio com a natureza de modo sustentável e responsável”, destaca a especialista.

Fonte: Comunicação Sem Fronteiras

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