Floresta fossilizada no TO será monitorada por drone para evitar queimadas

Por Gazeta do Cerrado | 16/02/2021

Última atualização em 16/02/2021 15:11

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A mais completa floresta fossilizada do mundo

Com o objetivo de auxiliar no monitoramento de queimadas, o Monumento Natural de Árvores Fossilizadas (Monaf) recebeu drone e smartphone em visita do vice-presidente Rafael Roques Felipe do Instituto Natureza do Tocantins à Unidade. O acervo natural ocupa uma área de 32 mil hectares do cerrado tocantinense e abriga a mais completa floresta fossilizada do mundo.

A Unidade de Conservação conta com um centro de recepção de visitantes, que fica localizado no distrito de Bielândia, no município de Filadélfia. O local dispõe de uma estrutura adequada para receber profissionais e acadêmicos, contando com sede administrativa, banheiros, alojamentos masculinos e femininos, auditório, estacionamento e recebeu no último ano o cercamento do prédio para garantir uma maior segurança aos fósseis e a equipe que fica na Unidade.

O vice-presidente do Naturatins Rafael Felipe Roques reforça que a entrega dos equipamentos já faz parte de um compromisso do órgão, que é a modernização das estruturas e que os parques estaduais do Cantão e do Jalapão também receberam drones. “Essa viagem ao Monaf é mais um passo muito importante que a gente vem fazendo no quesito de modernizar nossas estruturas e fortalecer as nossas ações. Já disponibilizamos drones nos parques estaduais do Cantão e do Jalapão, e essa aeronave aqui no Monaf vai ser muito útil para o emprego do Manejo Integrado do Fogo (MIF) e para o monitoramento, além de auxiliar no excelente trabalho que o Hermísio e toda a sua equipe já vem realizando no Monumento”.

Durante todo o ano, além do trabalho de proteção ao fogo com realização de aceiros negro nas rodovias, o supervisor da Unidade Hermísio Aires explica o trabalho de conscientização que é feito no Monumento com os proprietários rurais que estão na Unidade. “Além da parte de proteção com relação ao fogo, ação que é realizada durante o período seco, tem também o trabalho de monitoramento que é estar observando a dinâmica das propriedades, se eles estão fazendo os usos de acordo com o plano de manejo, se eles estão utilizando as áreas de forma inadequada e isso é um trabalho contínuo feito por nós.” O supervisor destaca ainda sobre o trabalho de educação ambiental realizado com visitantes, estudantes e pesquisadores, que em 2019 recebeu mais de duas mil pessoas para conhecer o Monumento.

Fotos/Texto: Luiz Fernando Alves/ AscomNaturatins

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