“Fora macaca descabelada!” Frase racista no banheiro da UFT causa revolta e indignação

| Gazeta do Cerrado - Para mentes pensantes | - 31/10/2018

Última atualização em 31/10/2018 10:19

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A Universidade Federal do Tocantins (UFT) busca identificar o responsável por uma frase racista escrita na porta de um banheiro feminino, no câmpus de medicina veterinária, em Araguaína. As palavras “Fora macaca descabelada” provocaram indignação nos estudantes, que pedem a punição do envolvido.

“A gente não pode, de forma alguma, deixar isso passar despercebido porque aparentemente pode ser algo pequeno, mas que pode tomar uma proporção, outras pessoas podem se sentir no direito de vir e fazer uma coisa maior”, disse a estudante Debora Gomes.

“Ver uma manifestação dessa, mesmo que indiretamente, é muito triste para a gente”, afirmou a estudante Lidiane Souza.

O estudante Diogo Thomaz Costa recebeu a frase em uma rede social enviada por uma aluna, que segundo ele se sentiu ofendida. “Eu como membro, representante estudantil, fiz a propagação da informação e que tomou uma proporção muito grande. Desde já, cobrando também o posicionamento da instituição e também com a representatividade dos movimentos estudantis para se posicionarem e não deixarem que isso passe despercebido”.

De acordo com o administrador do câmpus, Janser Mauro Carneiro, a universidade investiga o autor da frase. “A partir daí começa um processo para analisar o fato, pode ser encaminhado para sindicância para tentar identificar quem foi que tentou vandalizar o banheiro da unidade”.

A direção do câmpus de medicina veterinária e zootecnia da UFT repudiou todos os atos de violência, sejam elas físicas ou verbais. Repudiou ainda os atos de racismo e informou que vão continuar investigando para punir os responsáveis.

Racismo é crime

O crime de racismo implica na conduta discriminatória dirigida a determinado grupo ou coletividade. De acordo com a legislação, o crime está em “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. A pena é de um a três anos de prisão e multa.

Fonte: G1 Tocantins

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