No Banner to display

Fragmentos de óleo chegam ao Espírito Santo, diz Marinha

Por Luciane Santana | 09/11/2019

Última atualização em 09/11/2019 09:58

Compartilhar no Facebook! Tweetar! Compartilhar no LinkedIn Enviar por email Compartilhar no Whatsapp

Fragmentos do óleo que atinge o litoral do Nordeste chegaram ao Espírito Santo nesta quinta-feira (7), em Guriri, litoral de São Mateus, no Norte do Estado. A informação é da Marinha, que só divulgou nota oficial nesta sexta-feira (8) após confirmar que se tratava da mesma substância.

O Espírito Santo é o 10º estado brasileiro a ser atingido pelo óleo. Já foram afetados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

De acordo com a nota enviada pelo Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA), formado pela Marinha, Agência Nacional de Petróleo (ANP) e Ibama, foram encontrados e recolhidos pequenos fragmentos de óleo na praia de Guriri, em São Mateus, nesta quinta. As amostras da substância foram encaminhadas para o Instituto de Estudos do Mar (IEAPM), que confirmou ser o mesmo óleo encontrado na região Nordeste.

“São poucos e pequenos fragmentos, menores que uma moeda de R$ 1,00. Foram encontrados na areia da praia de Guriri, mas são de difícil identificação por serem realmente muito pequenos. Continuamos com o monitoramento das praias”, falou o superintendente do Ibama no Espírito Santo, Diego Libardi.

Trabalhos no Norte do ES

Uma base com profissionais dos órgãos ambientais especializados, militares do Exército e Marinha, além de voluntários, já foi montada em São Mateus para gerenciar ações com a chegada do óleo.

O superintendente do Ibama explicou que as equipes estão fazendo o monitoramento das praias a olho nu e que nenhuma praia capixaba está interditada por conta do óleo.

“Não é momento para alarde. Existe um efetivo fazendo monitoramento das praias. Como a quantidade é muito pequena, não há sequer inutilização da praia de Guriri. Ela está própria para banho”, falou Diego Libardi.

Ele explicou ainda o porquê de os fragmentos terem chegado primeiro em São Mateus e não em Riacho Doce, Conceição da Barra, na divisa com a Bahia.

“As correntes marítimas, o clima, os ventos são fatores que podem alterar o curso dessa substância no mar”, explicou.

As manchas de petróleo em praias do Nordeste começaram a aparecer no dia 30 de agosto, na Paraíba. A substância é a mesma em todos os locais: petróleo cru. O fenômeno tem afetado a vida de animais marinhos e causado impactos nas cidades litorâneas.

fonte: G1 Globo

Acompanhe as redes da Gazeta do Cerrado 24 horas por dia:
Aproveite e siga agora mesmo cada uma de nossas redes, pois cada uma delas possui características próprias e são complementares. Estamos sempre a disposição.
Para denúncias ou coberturas: (63) 983-631-319
Anunciar na Gazeta ou em suas redes sociais: (63) 981-159-796

0 comentários

Direção

Editora Chefe: Maju Cotrim - @MajuCotrim
[email protected]

Diretor Geral (CEO): Marco Aurélio Jacob - @MarcoJacobBrasil
[email protected]

Presidente do Conselho Deliberativo: Stênio Jacob

Expediente

Sub Editor: Lucas Eurílio

Jornalista: Maju Jacob

Estagiária: Luciane Santana

Colaborador: Fagner Santana

Assistente de Produção: Maitê Sales

TI: Tiago Bega

Contabilidade: Júnior Goes

Juridico: Jacqueline Paiva

Contatos

Para sugestões, correções, críticas ou entrar em contato:

Redação: (63) 984-631-319
[email protected]

Para anúncios ou parcerias comerciais

Comercial (63) 984-571-004
[email protected]

Institucional (63) 981-159-796 (Marco Aurélio)
[email protected]