Iniciativa propõe experiência de imersão cultural na ilha do bananal; saiba como participar

Por Gazeta do Cerrado | 28/05/2019

Última atualização em 28/05/2019 15:27

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Uma imersão cultural no cotidiano, gastronomia, atrativos da natureza e atividades de trabalho e lazer do povo Javaé, da Aldeia Barreira Branca, na Ilha do Bananal, será realizada de 5 a 10 de julho. A iniciativa é do restaurante Raízes Gastronômicas, sob o comando da chef Ruth Almeida, em parceria com a Cajá Manga Ecotur.

De acordo com Ruth Almeida, amantes do turismo e aventura de qualquer localidade podem participar e a viagem foca uma imersão na cultura indígena da Ilha do Bananal, a partir das raízes e cultura do povo da Aldeia Barroso.  “Essa interação permitirá uma troca cultural, além da oportunidade de realizar o turismo voluntário que ao visitar um lugar nos permite experiências únicas e extraordinárias distinguindo do habitual”, explica a chef de cozinha.

A proposta inicial é do grupo permanecer na aldeia e contribuir para a construção de uma quadra de esportiva, como contrapartida para a comunidade. “Essas experiências únicas certamente nos permitirão momentos mágicos e significativos gravados para sempre em nossas vidas, assim como uma bela contribuição e tão significativa para comunidade local”, complementa Ruth Almeida.

A saída e retorno será de Palmas (TO), a viagem será de carro até a aldeia, localizada a cerca de 450 km de Palmas, e a estadia será feita por barracas, na modalidade acampamento. Reservas e mais informações podem ser feitas pelo telefone (63) 9 8444-3516.

Experiência

A primeira experiência da Chef ocorreu na Aldeia Amary, no Parque Indígena do Xingu (PIX), na qual Ruth Almeida foi acompanhada de outros chefes de cozinha de diferentes regiões do Brasil. O grupo passou alguns dias na aldeia e aprendeu sobre os alimentos por eles utilizados. 

Povo Javaé

Localizado na região da Ilha do Bananal, a pesca é a sua principal base alimentar. Nos períodos chuvosos, eles se alimentam de caça e produtos agrícolas cultivados no período seco e da aquisição de gêneros alimentícios e outros nas cidades próximas. Um dos pratos típicos da comunidade é o preparo de tartarugas.

fonte: Cinthia Gomes de Abreu

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