Senadora diz que Marcelo Miranda tem 90% de rejeição e que PMDB não tem suicida

Senadora diz que Marcelo Miranda tem 90% de rejeição e que PMDB não tem suicida

A senadora Kátia Abreu (PMDB) concedeu uma coletiva à imprensa na manhã desta segunda-feira, 29, para tratar de assuntos pertinentes ao agronegócio, na sede da Federação da Agricultura e Pecuária do Tocantins (FAET), entidade da qual é presidente. Na oportunidade, questionada pelo Portal Gazeta do Cerrado sobre quais as chances de ser candidata a Governadora nas eleições do ano que vem ela confirmou a intenção, disse que trabalhará para isso e que não pretende sair do PMDB para disputar o Governo.

 

“Todas ou nenhuma [chance]. Depende de como as articulações forem acontecendo. Não pode ser uma candidatura sua, candidatura para chamar de minha. Essa candidatura, minha ou de outras pessoas, precisa aglutinar. Se nós chegarmos até o final do ano com uma boa performance de convergência, se chegarmos até março e abril, na época das convenções, com uma boa convergência, tudo sinaliza que sim. Ou eu ou outra pessoa”, disse a senadora.

 

Sobre a mudança de partido para viabilizar a possível candidatura ao Governo do Tocantins, visto que ela tem uma grande rejeição de peemidebistas fortes, a senadora reforçou que vai trabalhar para ser a candidata com chances reais de ganhar a eleição. “Não está na minha pauta pessoal [mudar de partido]. A minha pretensão é continuar no PMDB e lutar para ser candidata a governadora pelo PMDB” afirmou.

 

Oposição a Marcelo Miranda

Kátia Abreu deixou claro que não pretende ser aliada de Marcelo Miranda. “Oposição nós deveremos fazer ao governo [Marcelo Miranda] sob qualquer hipótese”, disparou.

 

“Não acredito que o PMDB vá deixar de ter uma candidata competitiva, se eu assim chegar até lá, para ter um candidato que hoje está com quase 90% de rejeição nas pesquisas”, disse ainda se referindo ao governador Marcelo Miranda.

 

“Não existe suicida no PMDB”

Ainda em tons de crítica às chances que o governador teria numa possível candidatura à reeleição em 2018, ela completou: “Não existe suicida no PMDB. Nós queremos uma candidatura e uma possibilidade viável e real. Ninguém está aqui para brincar de fazer política ou para apenas bajular alguém. Acho que temos que ser pragmáticos se quisermos [PMDB] continuar no Governo do Estado”.