
O deputado federal, presidente do MDB no Tocantins e pré-candidato ao Senado, Alexandre Guimarães conversou com a Gazeta cerrado na manhã de hoje sobre o momento de definições no tabuleiro da política Tocantinense.
Ele começou falando sobre as movimentações do MDB e abertura do partido para receber vários nomes para a montagem das chapas proporcionais.
“Estamos na montagem do nosso projeto político de estadual e federal assim como da majoritária”, pontuou. Ele disse que fez vários convites e tem diálogo com vários deputados de mandato que sondam ir para a legenda.
Junto com Amélio
Guimarães destacou sua parceria com o presidente da Assembleia, Amélio Cayres que é pre candidato ao governo.
“Estamos construindo um projeto para o Tocantins que envolve estadual, federal, senador, minha relação com Amelio está como sempre teve esteve, ele é um bom nome para representar o Tocantins e naturalmente estamos juntos”, disse.
Ao comentar sobre o convite que fez para Amelio ir para a legenda ele pontuou: “O MDB está pronto para recepcionar quem quer trabalhar pelo Tocantins… não tem imposição para ele ir para obter um apoiamento, o MDB é servidor. Não há objeção que ele seja candidato no MDB”, disse sobre Amelio e a legenda.
Guimarães chegou a dizer a seguinte frase: “O MDB É um partido garçom está pronto para servir”, comentou.
Conversas
O pré-candidato ao Senado deixou claro que tem dialogado com o pré candidato a governo, Vicentinho Júnior e que foi procurado até por Laurez Moreira.
“Temos tido uma conversa com Vicentinho Júnior, temos tido contato com o vice governador Laurez para compor o projeto dele mas nossa palavra dada e empenhada é cumprida e desde sempre tenho acreditado na eleição do Amelio e que ele é o melhor nome para representar o Tocantins numa convergência de diálogo”, disse ao deixar claro seu alinhamento com Amelio.
Ele ponderou: “A eleição só não pode ser imposta”, disse sem citar nomes mas em tom de crítica.
“Sem diálogo”
“Tem três projeto que estão buscando diálogo, Amélio, Vicentinho e Laurez e tem um projeto imposto da senadora (Dorinha) numa imposição sem diálogo e sem construção. Me afasto dos que interrompem o diálogo”, criticou.
Ele disse que não há diálogo da parte ligada á senadora Dorinha, pré candidata ao governo, que tem como aliados Eduardo Gomes e Carlos Gaguim.
Vicentinho
Sobre possibilidade de aliança com Vicentinho ele pontuou: “Há o respeito com Vicentinho e como os demais”, disse. Ele revelou ainda ser entusiasta da possibilidade de construção de uma chapa com Vicentinho e Amelio.
E Wanderlei?
Questionado como avalia a postura do governador Wanderlei Barbosa no processo ele pontuou: “Não consigo ler nem entender a postura do governador, tenho muita dificuldade de ler bola de cristal”, chegou a afirmar.
Perguntamos como está a relação dos dois e ele foi enfático: “Existe o mesmo respeito mas não existe a mesma proximidade porque os projetos apresentados já estão colocados”, disse.
Coluna escrita por Maju Cotrim escritora e consultora de comunicação. CEO Editora-Chefe da Gazeta do Cerrado. Jornalismo de causa, social, político e anti-fake!
Coluna escrita por Maju Cotrim escritora e consultora de comunicação. CEO Editora-Chefe da Gazeta do Cerrado. Jornalismo de causa, social, político e anti-fake!