Operação: Suposto esquema de propina dos vereadores movimentava R$ 40 mil por mês; suplentes vão assumir

| Gazeta do Cerrado - Para mentes pensantes | - 25/01/2019

Última atualização em 25/01/2019 12:48

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A Justiça determinou a prisão provisória de dez dos onze vereadores de Augustinópolis. Os mandados estão sendo cumpridos pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira, 25. A operação investiga cobrança de propina para aprovar projetos enviados pela prefeitura da cidade.

 Até o momento, sete vereadores foram presos e três são considerados foragidos. Estão foragidos, Antônio José Queiroz dos Santos, Edvan Neves Conceição e Wagner Mariano Uchôa Lima.

Apenas o presidente da Câmara de Vereadores, Cícero Cruz Moutinho, não teve prisão decretada, mas está sendo levado para depor. A Operação chamada de Perfídia é feita pela Polícia Civil e Ministério Público. Além dos dez mandados de prisão temporária, também estão sendo cumpridos 14 mandados de busca e apreensão e três de condução para depor.

Em entrevista à imprensa, o presidente da câmara afirmou que não tinha conhecimento sobre o esquema: “Para mim está sendo uma surpresa. Uma surpresa grande, não estou sabendo nem do que se trata essa situação. Esperar que vai ser feito. Não recebi nenhuma decisão, simplesmente fui intimado para vir à Câmara e depois à delegacia”, disse.

Os mandados de prisão são contra os seguintes vereadores:

  • Antônio Silva Feitosa
  • Antônio Barbosa Sousa
  • Antônio José Queiroz dos Santos
  • Edvan Neves Conceição
  • Ozeas Gomes Teixeira
  • Francinildo Lopes Soares
  • Angela Maria Silva Araújo de Oliveira
  • Marcos Pereira de Alencar
  • Wagner Mariano Uchôa Lima
  • Maria Luisa de Jesus do Nascimento

De acordo com as investigações, os vereadores cobravam propina para aprovar projetos enviados pela prefeitura. O esquema teria movimentado cerca de R$ 40 mil por mês.

A Justiça também determinou o afastamento dos dez vereadores pelo período de 180 dias. Dessa forma, os suplentes devem ser nomeados imediatamente para ocupar os cargos. Apenas o presidente da Câmara, que não está sendo investigado neste momento, continua no cargo.

Também estão sendo levados para depor, o secretário de administração de Augustinópolis e um servidor do controle interno do município.

A Gazeta tenta com a defesa dos suspeitos e acompanha mais informações sobre o caso.

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Um comentário

Um comentário
  1. José Oliveira Martins Responder
    25/01/2019

    Aqui em Miracema a situação também está caótica. A cidade se encontra ao Deus dará. As autoridades municipais fazem ouvidos moucos às reclamações dos munícipes. Não estão nem aí. São desculpas em cima de desculpas. Cada uma mais esfarrapada que a outra. A “saúde” está uma droga. Nem médicos existem nas unidades (postos saúde) para atender as pessoas que lá vão a procura de remédios via consulta. O Estado também está com uma administração que caso fique pior ficaremos numa situação abaixo de qualquer País que está em guerra. O Hospital Regional sequer tem uma ambulância funcionando e não acatam as reclamações dos responsáveis pelo Hospital junto a Secretaria de Estado da Saúde. Nada funciona a contento no Estado e nos municípios tocantinenses. É uma vergonha sem precedentes na História do Estado. Acredito que caso aconteça uma “investigação e uma varredura” no município algo vai feder. E como vai feder. Vai juntar urubus. Simples assim.

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