
Maju Cotrim
A senadora Professora Dorinha, pré-candidata ao governo, conversou com a Gazeta do Cerrado na manhã desta quarta-feira, 7, sobre o início do ano eleitoral e das perspectivas. Dorinha tem conhecido os gargalos do Estado.
“Eu tenho trabalhado muito analisando os números do Estado, tenho uma estrutura de leitura e análise, reconhecendo tudo que cada governador deixou de legado e, ao mesmo tempo, os maiores desafios do Estado, que é muito jovem”, disse.
“Os desafios para garantir segurança, escola, a busca pelo emprego são enormes. Estou fazendo o trabalho de casa, estou fazendo uma pesquisa Quali DNA do Tocantins”, afirmou.
Diálogo político com deputados e líderes
Dorinha contou que começou o ano intensificando o diálogo com deputados e líderes e que reconhece a história de cada um.
“Tenho mantido diálogo com os prefeitos, e com os deputados está bem avançado também dialogando a situação política, a situação está bem construída, o respeito que tenho à história dos deputados estaduais é muito grande , enxergo um cuidado com a Assembleia porque é a Casa de representação do povo”, disse ao reconhecer a importância da Casa de Leis.
A senadora falou ainda que pretende dialogar inclusive com o presidente da Casa, Amélio Cayres. “Esse diálogo vai acontecer, nós iremos conversar”, disse.
Ela disse que vai continuar construindo uma pré-candidatura em diálogo com os grupos. “Quero finalizar janeiro com esse diálogo avançado”, comentou.
“Tocantins não é lugar de brincar”
Dorinha deixou claro que está preparada e ciente da responsabilidade de construção da pré-candidatura junto com as forças políticas estaduais e buscando o desenvolvimento do Estado.
“Política não faço só na minha cabeça quando você lida com o público, tem que ter respeito à história de cada um”, disse.
Em outro momento, afirmou: “Ninguém deixa legado se não tem condição, quem tem legado consegue dar um passo à frente. O Tocantins não é lugar de brincar, é preciso respeito ao Estado e às pessoas”, disse em outro momento.
Ao abordar as divergências regionais econômicas e estruturais, Dorinha defendeu o desenvolvimento regional em lugares como o Jalapão, por exemplo. “O Tocantins tem que ser bom para o tocantinense”, refletiu.

Wanderlei
Dorinha reafirmou sua parceria com o governador Wanderlei Barbosa. “Ele é o maior líder do grupo”, disse.
“O mais interessante para qualquer adversário era a divisão desse grupo, a gente não pode ter espaço para improviso, por mais que seja nova a experiência, você não pode improvisar”, avaliou.
Na mira das críticas
Dorinha tem estado na mira de críticas de gênero de alguns adversários.
“Quando uma crítica vem numa situação que ela não devia estar na mesa sobre a questão de gênero, é preciso analisar… comentários sobre ser “sem sal” por exemplo: não estou aqui fazendo concurso de cozinha! vou lidar com a crítica sempre ouvindo para avaliar. A crítica tem que ter sentido de aprimorar e como pode me garantir uma mudança, se uma crítica vem para diminuir ela não tem sentido”, analisou.
Segundo Dorinha, ela analisará as críticas com “filtro”.
“Eu era ótima e maravilhosa inclusive com discursos públicos nesse sentido para alguns daí quando não me cabe numa relação de poder as coisas mudam”, disse ao avaliar alguns comportamentos políticos com relação a ela.
Coluna escrita por Maju Cotrim escritora e consultora de comunicação. CEO Editora-Chefe da Gazeta do Cerrado. Jornalismo de causa, social, político e anti-fake!
Coluna escrita por Maju Cotrim escritora e consultora de comunicação. CEO Editora-Chefe da Gazeta do Cerrado. Jornalismo de causa, social, político e anti-fake!