
Começam a se intensificar as pressões pela formação de nominatas e as articulações em torno de acordos partidários para as disputas proporcionais no Tocantins. Em conversas reservadas, já é possível perceber a ansiedade dos parlamentares e a análise minuciosa sobre o futuro partidário de cada deputado.
Na expectativa pelas janelas de filiação, os deputados passaram a fazer contas, avaliar cenários e observar, entre os partidos com os quais mantêm proximidade, quais oferecem as melhores condições eleitorais. Nesse movimento, as legendas da base do governo, Republicanos, União Brasil e PL, despontam como as mais cotadas para abrigar parte dos parlamentares.
Outras siglas também têm se movimentado nos bastidores, acenando com a montagem de chapas competitivas. É o caso do Podemos, que tem como principal referência no estado o prefeito de Palmas, Eduardo Siqueira Campos; do PRD; e do Solidariedade, comandado no Tocantins pelo deputado Vilmar Oliveira.
“Pergunta para qualquer deputado aqui quem vai ficar no partido sem ver a nominata antes”, comentou um parlamentar à Gazeta do Cerrado.
Tanto para as disputas proporcionais estaduais quanto federais, o momento é de cautela e estratégia: busca por nomes competitivos, projeções de votos e avaliações detalhadas sobre o desempenho de cada chapa. Nos bastidores, há consenso entre os parlamentares de que uma eleição bem-sucedida começa, necessariamente, pela escolha correta do partido.
Coluna escrita por Maju Cotrim escritora e consultora de comunicação. CEO Editora-Chefe da Gazeta do Cerrado. Jornalismo de causa, social, político e anti-fake!
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