Encontro com primeiras-damas e gestoras do TO articula criação de comitê voltado para a Assistência Social dos Municípios

A Associação Tocantinense de Municípios (ATM) favoreceu encontro com primeiras-damas – parte delas acumulam o cargo de secretárias Municipais de Assistência Social. O encontro idealizado pelas mulheres ocorreu nesta quinta-feira, 05, em Palmas, e teve o objetivo de iniciar diálogo construtivo, promover a união entre o grupo e construir um comitê de trabalho em favor da Assistência Social dos Municípios.

A ação foi proposta pelas primeiras-damas Charliene Nunes dos Santos (Ponte Alta do Bom Jesus) e Karla Sousa (Cristalândia). “Estamos tirando do papel um sonho antigo de todos nós: a valorização da primeira-dama, com vistas a fortalecer a Assistência Social dos Municípios, já que na maioria das cidades é a primeira-dama que cuida dessa importante área. Nós seremos um grupo de trabalho que buscará constantemente apoio em todo o Tocantins, e também em Brasília”, disse Karla.

Durante o encontro, a secretária-Executiva da ATM, Marilene Lima, apresentou o trabalho da ATM, suas dependências e serviços à disposição dos municípios e seus gestores. À exemplo, o Observatório de Tendências da ATM – ferramenta estratégica criada pela entidade no âmbito do Programa Gestão com Norte para apoiar gestores públicos dos municípios do Tocantins. Trata-se de espaço especializado de análise de dados e indicadores municipais que reúne informações relevantes sobre os municípios tocantinenses e oferece suporte técnico e analítico.

Charliene Nunes dos Santos, gestora do Fundo Municipal de Assistência Social de Ponte Alta do Bom Jesus, destacou o amparo da ATM em favorecer o encontro. “Estamos gratas e felizes em receber esse suporte da ATM. Hoje é um encontro de fortalecimento da ação social e, para isso, é imprescindível o apoio e participação de todas as primeiras-damas do Estado”, disse.

O grupo deve se reunir novamente em breve para definir o plano de trabalho e as pautas a serem trabalhadas. Como por exemplo, a aprovação pelo Congresso Nacional da PEC 387/2017, que propõe garantir um percentual mínimo de recursos (no mínimo 1% da receita corrente líquida anual) para financiar o Sistema Único de Assistência Social (SUAS).