Movimento de mulheres denuncia grilagem em fazenda com histórico de trabalho escravo no Tocantins

Marcada por assassinato, violência e trabalho escravo, a Fazenda Santo Hilário, área pública de 2.462 hectares em Araguatins (TO) teve sua matrícula de posse cancelada e passou a ser posse da União Federal em 2020 para fins de reforma agrária.

As mulheres da região amazônica denunciam que o fazendeiro segue de forma irregular como um escancarado caso de grilagem e o Incra descumpriu o prazo de vistoria da área, estabelecido em setembro de 2025.

“Exigimos o imediato cumprimento das decisões judiciais para que a violência não se perpetue na região Amazônica, reivindicamos o que é nosso e denunciamos o conjunto das violências que atravessam a nossa existência, nossos corpos e territórios!”