
Há gestos que comunicam mais do que discursos inteiros. E, na política, especialmente na gestão pública, a presença física em momentos de crise é um dos sinais mais claros de compromisso real com as pessoas. O último final de semana em Palmas deixou essa mensagem evidente.
Diante do vendaval que atingiu o bairro Taquari, uma das regiões mais populosas, trabalhadoras e protagonistas da capital, o prefeito Eduardo Siqueira Campos e a primeira-dama e secretária, Poliana Siqueira Campos, optaram por sair do gabinete e ir a campo. Foram pessoalmente ao bairro, estiveram in loco, ouviram as famílias, acompanharam os danos e, sobretudo, levaram soluções concretas para quem mais precisava naquele momento.
O Taquari não é um bairro periférico apenas no mapa. Ele é central na dinâmica social e econômica de Palmas. Ali vivem milhares de trabalhadores e trabalhadoras que movimentam a cidade diariamente e que, em situações extremas como a provocada pelo vendaval, precisam de respostas rápidas, sensíveis e eficazes do poder público. Foi exatamente isso que se viu.
A reação da gestão municipal foi imediata. Além da mobilização de equipes técnicas, voluntários e da articulação de ações emergenciais, o prefeito decretou situação de emergência, permitindo que o município atuasse com mais agilidade para garantir assistência, reconstrução e suporte às famílias atingidas. O decreto não foi apenas um ato burocrático: foi o respaldo legal de uma ação que já estava acontecendo na prática.
Mas o que mais marcou as famílias do Taquari não foi apenas o conjunto de medidas anunciadas. Foi a presença. Foi o prefeito andando pelas ruas, conversando com moradores, olhando nos olhos de quem perdeu parte do que construiu com esforço. Foi a primeira-dama, Poliana, exercendo um papel político ativo, de escuta, acolhimento e articulação, reforçando que gestão também é cuidado.
Em tempos em que muitas lideranças se comunicam apenas por notas oficiais e redes sociais, a escolha de estar fisicamente no local da tragédia tem um peso simbólico e humano enorme. As famílias sentiram o impacto duplamente: pela ajuda material, pela mobilização solidária e, principalmente, pelo gesto político de não se ausentar do sofrimento coletivo.
Esse episódio revela um traço importante da atual administração: o viés de uma gestão humanitária, que entende que governar não é apenas planejar e executar políticas públicas, mas também assumir a responsabilidade emocional e social nos momentos de dor da população. Não se trata de marketing, mas de atitude.
O Taquari precisava de atenção. Palmas precisava de respostas. E o que se viu foi uma gestão que compreendeu que, diante da emergência, o lugar do prefeito e de sua equipe é junto das pessoas. Em crises, líderes são testados não pelo que dizem, mas pelo que fazem e onde escolhem estar.
A presença de Eduardo Siqueira Campos e Poliana Siqueira Campos no Taquari deixa uma mensagem clara: há momentos em que o exercício do poder público exige mais do que decisões administrativas. Exige empatia, proximidade e ação imediata. E isso, para quem foi atingido pelo vendaval, fez toda a diferença