Após assassinato de médico e violência em Porto, profissionais da saúde aguardam segurança armada em hospitais

Por Maju Cotrim | 07/01/2021

Última atualização em 07/01/2021 16:56

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O Governo informou hoje, dia 7 de janeiro, para o SINTRAS-TO que já foi autuado o processo que garantirá os serviços de segurança armada e desarmada nas unidades de saúde de todo o Estado.

Conforme o secretário de Estado da Saúde, Quesedes Ayres Henrique Campos, respondeu o ofício do sindicato nº 287/2020 que o processo 2020/30550/7459 já está em tramitação para assegurar a ordem e promover a tranquilidade dos servidores durante o laboro tanto nos órgãos da secretaria estadual, como nos anexos e dependências internas e externas das unidades de saúde estaduais.

O gestor frisou que reconhece a importância da contratação dos serviços de segurança e vigilância armada em face da necessidade de garantir a incolumidade física das pessoas e integridade do patrimônio da Secretaria Estadual de Saúde – SES.

Conforme o presidente do SINTRAS-TO, Manoel Pereira de Miranda, os serviços de segurança são necessários desde sempre. “Cobramos por diversas vezes destacando situações em que profissionais da saúde sofreram violência física e psicológica, e que em alguns casos perderam a vida em pleno exercício da função”.
De acordo com o sindicato a preocupação da entidade é resguardar essa integridade dos profissionais evitando que os mesmos sofram violência como a do médico Ricardo Maciel Catuladeira Miranda, que foi morto brutalmente no dia 1º de dezembro do ano passado, dentro da unidade de saúde de Santa Rosa do Tocantins.
Outro caso que deixou a categoria apreensiva ocorreu no Hospital Regional de Porto Nacional em que a enfermeira Helenita Cecília Gotz sofreu golpes de capacete causando lesão corporal na face. E assim foram registrados outros casos nos anos passados como em Gurupi e Araguaina.

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