Araguatins: mais de 600 quilos de queijos são apreendidos e estabelecimento é interditado

| Gazeta do Cerrado - Para mentes pensantes | - 06/02/2019

Última atualização em 26/08/2019 13:10

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Uma operação conjunta entre a Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) e a Delegacia Especializada em Investigações Criminais (Deic), realizada na manhã desta quarta-feira, 6, resultou na apreensão e destruição de 660 quilos de queijos em um laticínio clandestino no município de Araguatins na região norte do Estado. O proprietário foi autuado no valor de R$ 5 mil reais e o estabelecimento foi interditado.

A operação aconteceu após uma denúncia anônima sobre a irregularidade do estabelecimento e a prática de comércio dos produtos em supermercados, padarias, lanchonetes e feiras livres de Araguatins e cidades circunvizinhas. Ao chegarem ao local que funcionava em bairro da cidade os fiscais da Adapec confirmaram o teor da denúncia. Sendo que o laticínio não possui as licenças de funcionamento e nem registro no serviço de inspeção oficial.

“No local, identificamos a produção de queijos tipo mussarela, coalho e provolone, o ambiente de produção não possuía condições higiênicas-sanitárias mínimas para produção de alimentos, sendo utilizado também como residência pelo proprietário e família. Haviam queijos espalhado em diversos cômodos, tanto refrigerados em frízeres, como expostos em temperatura ambiente e até queijos em avançado estado de putrefação junto com produtos recém fabricados”, relatou o inspetor de defesa agropecuária, Fernando Loiola Nunes.

O fiscal de defesa agropecuária, Bergson Pereira de Lima também contou que o estabelecimento não possui equipamento pasteurizador ou local para realização de processo compatível, não tendo os produtos garantia de segurança microbiológica para consumo. E que a equipe não identificou procedimentos para controle de pragas do ambiente, sendo identificada a presença de moscas.

“Este tipo de conduta fere a Lei Estadual 502/92 e o Decreto 5.751/17 do Serviço de Inspeção Estadual (SIE), por serem estes produtos considerados impróprios ao consumo pelas precárias condições de higiene, produção e acondicionamento e por não possuir registro nos órgãos competentes de fiscalização e inspeção de produtos de origem animal, sendo considerados produtos clandestinos e a Adapec continuará a combater este tipo de comércio que coloca em risco a saúde humana”, disse o presidente da Adapec, Alberto Mendes da Rocha.

 Fonte: Adapec

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