Eleição redesenha mapa político-partidário na Câmara de Palmas; Após 4 mudarem de partido, Republicanos passa a ter maior bancada

Maju Cotrim

A janela partidária redesenhou o mapa político da Câmara de Palmas e já projeta impactos diretos nas eleições deste ano. Em movimento estratégico, vereadores trocaram de sigla em busca de maior viabilidade eleitoral e alinhamento com seus respectivos grupos políticos.

Deixaram seus partidos de origem o vereador Carlos Amastha, que saiu do PSB e se filiou ao Podemos, e o vice-presidente da Casa, Marcos Júnior, que também migrou do PL para o Podemos.

Por outro lado, a vereadora Débora Guedes fez o caminho inverso e deixou o Podemos para ingressar no PL, enquanto o vereador Tiago Borges também deixou o PL, mas seguiu para o Republicanos.

As mudanças refletem um movimento típico de pré-campanha, no qual os parlamentares buscam melhores condições de disputa.

O Republicanos passa a ter cinco vereadores, a maior bancada da Casa. O PL tinha uma bancada de cinco, agora passa a ter quatro. Já o Podemos tinha duas e ficou com três parlamentares agora com a chegada de Amastha e Marcos Júnior.

Composição partidária

O partido que mais terá representantes no Legislativo Municipal será o Republicanos, com cinco vereadores. Em seguida aparece o PL com quatro; PSDB e Podemos com três; PP com dois; e PT, União, Avante, MDB e SD com um representante.

Com isso, a Câmara de Palmas passa a ter uma nova configuração partidária, que deve influenciar não apenas o ambiente interno da Casa, mas também o desenho das chapas proporcionais e o equilíbrio de forças na corrida eleitoral de 2026.

Maju Cotrim
Trocando em Miúdos

Coluna escrita por Maju Cotrim escritora e consultora de comunicação. CEO Editora-Chefe da Gazeta do Cerrado. Jornalismo de causa, social, político e anti-fake!

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