Dona de Casa: Dicas para prolongar a vida útil do sofá

| Gazeta do Cerrado - Para mentes pensantes | - 29/05/2019

Última atualização em 29/05/2019 16:00

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Ao chegar em casa, o sofá está lá, de braços abertos para te acomodar depois de um dia difícil. O móvel é um bom investimento não apenas pelo dinheiro, mas pelo conforto e praticidade que pode oferecer por muitos anos. Pensando nisso, para que a peça dure por mais tempo, precisamos fazer o seu melhor uso. Isso envolve a limpeza periódica e cuidados básicos no dia a dia.

Para te ajudar a manter o sofá em perfeito estado, os experts David Pereira, gerente da Porto Seguro Faz, e Erik Sabino, diretor comercial da Limpadora New Again, trazem algumas dicas.

1. Limpeza e aspiração
Quase invisíveis, partículas de sujeira se acumulam no estofado em pouco tempo. “Mantê-lo livre de pó e fuligem é importante para prevenir doenças. Além disso, cobrir o sofá com mantas impermeáveis ajuda na manutenção e pode prolongar a vida útil dele”, afirma David. Mas antes de partir ao mercado e comprar uma variedade de produtos de limpeza, Erik alerta que a boa manutenção é feita com o aspirador de pó uma vez por semana, eliminando o uso de ferramentas “milagrosas”.

2. Produtos inválidos
Apesar do bombardeio de propagandas de “soluções práticas” para manter o móvel higienizado, produtos como limpa carpete, detergente, amaciante e sabão em pó podem danificar o material da peça. “São produtos alcalinos, o que faz com que eles sejam potencialmente danosos a tecidos com pouca resistência”, comenta David. Além disso, a aplicação desses produtos é de difícil remoção, uma vez que o acolchoado absorve os líquidos, de forma que panos úmidos ou secos não conseguem fazer o caminho inverso. “O resíduo ficará no sofá e tornará aquela superfície hidro atrativa, ou seja, qualquer gota que cair fará uma mancha”, preconiza o especialista da Porto Seguro Faz.

O mesmo vale para as misturinhas caseiras, principalmente as que levam vinagre, um ingrediente ácido que pode corroer as fibras naturais dos tecidos e forros do móvel, além de tornar a superfície amarelada com a exposição à luz, alvejar colorações escuras e remover estampas.

Janelas do teto ao chão trazem claridade para o interior. A decoração do living tem um toque modernista repaginado, em que elementos como a madeira e o sofá retangular levam ao clássico e o formato polido das mesinhas e os acessórios coloridos trazem mode (Foto: Divulgação)

3. Manchas de comida
Acidentes acontecem e, no caso de derramamento de comida no sofá, especialmente envolvendo alimentos oleosos, eleja um produto alcalino ou solvente para a higienização. “A água é um solvente natural e pode ajudar a evitar que a marca se fixe totalmente até ser possível chamar o profissional para avaliar e tentar realizar a remoção”, afirma David.

4. Secagem sem milagre
Panos úmidos e macios são válidos para a limpeza, especialmente caso haja algum acidente. Para secar, o recomendado é apostar em um tecido seco e usar um ventilador. Para David, o ideal é umidificar toda a parte onde a sujeira se acumula para não criar manchas d’água. “Ao molhar todo o braço do sofá, ao invés de apenas uma parte dele, por exemplo, a secagem ocorre de modo uniforme”, aconselha.

5. Limpeza profissional
A periodicidade para chamar uma empresa de limpeza de estofados varia de um ano a seis meses. As necessidades mais frequentes se dão caso o sofá seja muito usado ou fique em um local que recebe muita luz natural, o que aumenta as chances de rachadura no estofado, devido à falta de hidratação. “A limpeza profissional, se feita com os equipamentos e produtos corretos, elimina não só a sujeira da superfície do tecido, mas também toda aquela que não podemos enxergar”, afirma Erik. De acordo com o diretor da Limpadora New Again, a maior vantagem do serviço especializado é a remoção da sujeira como um todo, incluindo ácaros e bactérias.

SOFÀ | A produção feita com as almofadas coloridas lisas e estampadas colocadas no sofá e na poltrona, o vaso vietnamita e flores rosas sobre o rack trazem vida e alegria (Foto: Renato Navarro/ Divulgação) SOFÀ | A produção feita com as almofadas coloridas lisas e estampadas colocadas no sofá e na poltrona, o vaso vietnamita e flores rosas sobre o rack trazem vida e alegria (Foto: Renato Navarro/ Divulgação)

6. Donos de pets
Para lares com animais de estimação, a aspiração pode ser mais frequente, a fim de eliminar os pelos que se espalham por todos os cantos. Para a proteção completa, Erik indica o uso de mantas para cobrir as áreas onde os gatos ou cachorros sobem. Para evitar que os pets façam suas necessidades no local, o ideal é não deixá-los subir no sofá logo após terem acabado de comer ou beber água.

7. Sofá de qualidade
O produto comprado pode dizer muito sobre sua vida útil. Na hora de garantir um sofá para dar conforto e decorar a casa, olhe de dentro para fora. “As espumas e os processos de tapeçaria são indicadores para determinar um móvel de qualidade. Pelo peso da estrutura já podemos ver a quantidade de técnicas foram empregadas na sua construção”, explica David. Por isso, os modelos mais caros geralmente combinam diferentes tipos de montagem, como ferragens, molas, densidade de espuma e costuras artesanais.

O revestimento também pode interferir no preço. “É importante saber que o custo aumenta quando o móvel possui material natural como algodão, seda e linho em sua composição e quanto mais fibras naturais, maior a dificuldade de manutenção desse tipo de revestimento”, afirma o profissional da Porto Seguro Faz. Para baratear, tecidos sintéticos se assemelham muito aos naturais e podem até ser mais fáceis de lavar.

8. A cor do estofado
Para revestimentos claros, o recomendado é eliminar a poeira com frequência, uma vez que seu acúmulo pode causar manchas. Também é necessário proteger o sofá do sol, evitar o atrito com objetos e que animais fiquem sobre o móvel.

Para os modelos escuros, lembre-se que as cores mais fortes sofrem mais com a luz. “Por ser escuro os danos podem ser irreversíveis e, quanto mais escuro, mais suscetível a desbotamento e descoloração”, adverte David. Os coloridos e cobertos por fibras naturais também são mais propensos aos desbotamento e descoloração, especialmente as nuances de preto, cinza e marrom. “Revestimentos sintéticos, embora em menor intensidade, também sofrem os mesmos efeitos, pois não apresentam resistência do tingimento, sequer a água”, afirma.

fonte: Casa & Jardim

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