Prédio da Polícia Federal em Palmas — Foto: Djavan Barbosa/Jornal do Tocantins
Prédio da Polícia Federal em Palmas — Foto: Djavan Barbosa/Jornal do Tocantins

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (29), a Operação Berço Clandestino para investigar um suposto esquema envolvendo extração ilegal de minério de manganês, usurpação de bens da União e lavagem de dinheiro.

Ao todo, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados e às empresas envolvidas no caso. As ordens judiciais foram cumpridas em Goiânia e Uruaçu, em Goiás, e Marabá, no Pará, e expedidas pela Subseção Judiciária de Gurupi, no Tocantins.

A Justiça também determinou o bloqueio de valores em sete contas bancárias, limitado a R$ 2,1 milhões. Segundo a investigação, o montante estaria relacionado à comercialização de minério de origem supostamente ilegal.

A apuração teve início após a identificação do transporte e da comercialização de minério cuja origem declarada apresentava indícios de irregularidades. Conforme a PF, as investigações apontam para uma rede formada por pessoas físicas e jurídicas que teria sido utilizada para movimentar e ocultar recursos provenientes da atividade investigada.

Os envolvidos poderão responder por usurpação de bens da União, extração ilegal de recursos minerais e lavagem de dinheiro. Outros possíveis crimes ainda poderão ser identificados durante o andamento das investigações.