
Nesta data, o Tocantins relembra os 22 anos da morte de Zé Gomes, um dos nomes mais marcantes da cultura popular do estado. Conhecido por sua sensibilidade, simplicidade e capacidade de traduzir o cotidiano em poesia, Zé Gomes permanece como referência afetiva e simbólica para gerações de tocantinenses.
Duas décadas após sua partida, sua obra continua ecoando em versos que atravessam o tempo, reafirmando seu lugar como um dos grandes intérpretes da alma regional. Para muitos, Zé Gomes não foi apenas um poeta — foi uma voz que deu forma à identidade cultural do Tocantins, valorizando histórias, sentimentos e o jeito de ser do povo.
A data foi lembrada pelo filho, o senador Eduardo Gomes, que fez uma homenagem emocionada ao pai, reforçando a dimensão afetiva e o legado deixado por ele.
“22 anos de saudades, pai. O tempo passa, mas o amor permanece firme aqui dentro. Poeta não morre, vira estrela e segue, eternamente, livre”, declarou.
Em outra mensagem, Eduardo destacou as qualidades humanas que marcaram a trajetória de Zé Gomes: “Coração generoso, alma de poeta, amado por todos”.
Mais do que uma lembrança familiar, a homenagem evidencia o reconhecimento público de um legado que ultrapassa gerações. Zé Gomes segue presente não apenas na memória de quem conviveu com ele, mas também na cultura tocantinense, onde sua poesia ainda encontra espaço, sentido e reverência.
Em tempos de transformações rápidas e de novos formatos de expressão, revisitar a obra de Zé Gomes é também um convite à valorização das raízes, da sensibilidade e da palavra como instrumento de identidade.
Porque, como diz o próprio verso lembrado pelo filho: poeta não morre — permanece.