O governo estuda a criação de um novo imposto sobre transações financeiras, nos moldes da extinta CPMF. A ideia é que o novo tributo seja compensado com a exoneração da folha de pagamentos. Na visão do governo, isso ajudaria na manutenção dos empregos e da renda.
O projeto tem resistência no Congresso. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que define os projetos que serão votados, já disse que não pautará aumento de carga tributária.
Ontem, Gomes se reuniu com o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, que cuida da articulação política e o relator do Orçamento de 2021 e da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do pacto federativo, senador Márcio Bittar (MDB-AC). No encontro trataram da criação do novo projeto de renda do governo Bolsonaro.
“Tratamos da estruturação do texto, das fontes, do teto, das coisas que são relevantes. São os paradigmas que estabelecemos, está tudo dentro do combinado. O senador [Bittar] vai apresentar aos líderes [partidários] o relatório dele, as premissas, amanhã. Aí os textos serão entregues depois da reunião. Ele vai ver se tem alguma modificação sugerida pelos líderes e vai entregar o texto”, disse Barros.
Fonte: UOL Notícias