
Fundada em 15 de abril de 2016, no distrito de Luzimangues, a Gazeta do Cerrado nasceu com um propósito claro: fazer um jornalismo com identidade, representatividade e compromisso com a verdade. Idealizada pela jornalista Maju Cotrim e pelo publicitário, fotógrafo e cineasta Marco Aurélio Jacobi, a Gazeta rapidamente se consolidou como um dos principais veículos de comunicação do Tocantins.

Desde o início, o projeto carregou um diferencial marcante: uma mulher negra à frente da editoria-chefe, aliada a uma forte aposta no audiovisual. Sob a condução de Marco Aurélio Jacob, a Gazeta do Cerrado foi pioneira ao investir em vídeos jornalísticos, contribuindo para inaugurar uma nova fase na produção de notícias em formato digital no estado.
Ao longo de seus 10 anos de atuação, a Gazeta percorreu os 189 municípios tocantinenses, cobrindo festas tradicionais, eventos políticos e, principalmente, dando visibilidade às histórias e às vozes do povo. Com uma linha editorial comprometida com a diversidade e a escuta social, o veículo sempre priorizou pautas ligadas à cultura, à tradição e às manifestações populares.
A atuação da Gazeta do Cerrado também se destaca pela realização de eventos de impacto social. Em 2019, promoveu o primeiro seminário antirracista do Tocantins — uma iniciativa inédita entre veículos de comunicação do estado. Já em outubro do ano passado, realizou a “Roda do Cerrado”, ampliando o debate sobre temas ambientais estratégicos, como o REDD+.
Durante a pandemia da Covid-19, o veículo teve papel relevante ao implementar um serviço rigoroso de checagem e apuração de informações, contribuindo para combater a desinformação e orientar a população em um momento crítico.
Reconhecida por sua credibilidade, a Gazeta do Cerrado já recebeu diversos prêmios ao longo de sua trajetória, sendo recentemente agraciada com o título de melhor veículo de notícia do Tocantins. A conquista reforça a reputação construída com base na agilidade, responsabilidade e compromisso ético com a informação.
Outro diferencial do portal está em suas colunas temáticas e projetos editoriais. A “Coluna Vida Quilombo”, por exemplo, abriu espaço para a produção de conteúdo por autores quilombolas, fortalecendo a representatividade. Já a “Terça Ambiental” trouxe, por meio de lives e reportagens, discussões aprofundadas sobre questões ambientais. No turismo, o “Turistando Gazeta” apresenta conteúdos exclusivos, explorando destinos e experiências no estado. O veículo foi o único também a fazer uma série especial sobre a realidade dos quilombos tocantinenses: Tocantins Quilombo, sendo fonte nacional sobre o assunto para outros jornais.
A Gazeta também se destacou pelo espírito desbravador. Em diversas ocasiões, foi o primeiro veículo a chegar a regiões como a Serra Gerais e o Jalapão, estabelecendo uma forte conexão jornalística com esses territórios e ampliando a cobertura sobre o potencial natural e cultural do Tocantins.
Na editoria política, o veículo se consolidou como referência diária, com cobertura consistente e aprofundada. O quadro “De Frente com Maju” tornou-se um dos principais espaços de entrevistas políticas do estado, reunindo lideranças e promovendo debates diretos com o público.
Com uma plataforma digital moderna e produção contínua de conteúdo próprio, a Gazeta do Cerrado segue ampliando sua atuação. Além do jornalismo, mantém uma postura ativa na defesa do meio ambiente e na promoção de debates sociais relevantes.
Ao completar uma década, a Gazeta reafirma seu compromisso: fazer jornalismo com responsabilidade, dar voz a quem precisa ser ouvido e manter a verdade como princípio inegociável. Um projeto que cresceu respeitando sua essência e que segue como referência no Tocantins — inspirando novas gerações e fortalecendo o papel do jornalismo profissional.