
Marcus Marcelo, à frente da Comissão de Educação na Assembleia Legislativa, e Fábio Vaz, como secretário da Educação, tiveram seus caminhos cruzados e, juntos, foram determinantes para a aprovação das maiores conquistas da Educação em tão pouco tempo.
Marcus Marcelo e Fábio Vaz, um na Assembleia e o outro no Governo, conseguiram conquistas históricas para a classe, como a valorização da profissão por meio de duas ações: o Profe (Programa de Fortalecimento da Educação) e o PCCR (Plano de Cargos, Carreira e Remuneração) da Educação Básica do Estado. Os dois foram aprovados graças à atuação em conjunto das duas esferas que, por sorte ou por destino, contaram com dois professores estaduais do chão de sala, ao mesmo tempo e com os mesmos objetivos, tirar as pautas que beneficiam os professores do papel.
O PCCR avançou os salários, direitos e progressões há mais de uma década sem alteração, o que tornava a carreira de professor no Estado com defasagem salarial e sem nenhum atrativo profissional. Após articulação de Marcus Marcelo na Assembleia com um pedido urgente da revisão do PCCR junto ao governador, pela primeira vez um deputado colocou frente a frente o presidente do Sintet (Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado do Tocantins) e o governador Wanderlei para uma reunião, em dezembro de 2023, levando as demandas paradas e apontando juntos a solução. Uma reunião para ficar marcada: o governador autorizou que o PCCR fosse revisado.
Fábio Vaz, por sua vez, na Secretaria da Educação, começou uma corrida contra o relógio para tornar as demandas visíveis e possíveis. Após formar a comissão e realizar inúmeras reuniões de escuta da classe, o acordo foi firmado e o documento revisado pode ser enviado para aprovação e sanção.
O outro ponto que fica marcado na história da Educação do estado e que tem uma narrativa de muito estudo e atuação dos dois políticos foi a aprovação do Profe. Uma batalha é a elaboração e a aprovação do programa que vem revolucionando a carreira e dando aos profissionais da educação melhorias salariais e bonificações nunca registradas. O que se ouve é que há uma educação antes e outra depois do Profe. O que muitos não sabem é que Marcus Marcelo e Fábio articularam muito e lutaram bastante para que o programa fosse aprovado.
Mas uma certeza é que esses dois agentes públicos, professores, ambos do chão da sala de aula, que conhecem as realidades em que vivem os profissionais da educação estadual de perto, na avaliação de muitos educadores, fizeram acreditar que a boa política existe e que os representantes certos, que conhecem e priorizam o diálogo e as pontes, podem transformar realidades e fazer não só barulho, mas articular com as pessoas certas e fazer as pontes necessárias entre os poderes e fazer projetos possíveis e realizáveis, não apenas discursos.