
Maju Cotrim
Senador defendeu “Menos política lateral de briga política partidária” e voltar ao tempo de planejamento no Tocantins
O senador Eduardo Gomes participou de entrevista na Rede Hits na tarde desta quinta, 17. O apresentador Nilson Bitar conduziu a entrevista. “Disputar uma eleição não significa lutar contra o Estado”, disse.
No início ele começou com uma mensagem aos eleitores falando da sua ligação com o Estado e de sua trajetória política. “Estamos aqui mais uma vez para discutir os mandatos e as vidas das pessoas”, disse.
Sobre o primeiro lugar nas pesquisas ele citou as obras físicas entregues nos 139 municípios mas também as humanas. “Se eu tivesse que destacar alguma coisa no mandato seria que todos os 139 receberam recursos do nosso mandato”, disse.
“O grande legado é o humano, o de conciliar o mandato com ações no terceiro setor inéditas”, comentou ao citar a Universidade da Maturidade. “É uma política pública concreta e definitiva”, disse. Gomes citou ainda a criação da UFNT e outras ações quando esteve na liderança no governo.
Eduardo citou ainda o Centro de inclusão Sarah Gomes também construído pelo seu mandato.
Gomes falou ainda que das 10 relatorias mais importantes pelo menos metade passam pelas mãos dele.
“Liderança na pesquisa só significa que há uma sintonia entre o que estamos fazendo e o que a população quer”, disse.
Impeachment
Gomes falou ainda sobre a assinatura de pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes. “Estão tentando fazer utilização política de uma questão que tem data e documento público”, disse. Ele explicou que assinou pela primeira vez ainda em março. “Eu assinei dois pedidos pelo impeachment”, esclareceu. Deixou claro ainda que apenas o presidente Davi Alcolumbre tem a prerrogativa de pautar.
“Ficam tentando inventar mentiras através de pistolagem digital mas se deram muito mal”, disse sobre uma onda de desinformação sobre o assunto. “Luto pelo equilíbrio dos poderes”, deixou claro.
Ele afirmou que tem pessoas que querem usar a popularidade da direita e citou ainda que apóia Flávio Bolsonaro.
Gomes afirmou ainda que alguns se esconderam quando foi para votar pautas polêmicas e importantes.
Apelo
“Menos política lateral de briga política partidária e voltar ao tempo de planejamento e do Estado grande e que era impossível ser opositor em matérias de interesse do Estado”, disse.