
Dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos e três pessoas acabaram presas em flagrante durante mais uma etapa da Operação Narke, realizada pela Polícia Civil do Tocantins na manhã desta sexta-feira, 19, em Ponte Alta do Tocantins. A ação, conduzida por equipes da 7ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC – Porto Nacional) e da 70ª Delegacia de Polícia de Porto Nacional, teve como alvo pontos suspeitos de comercialização de drogas no município.
As ordens judiciais foram expedidas após investigações que identificaram locais utilizados para o tráfico de entorpecentes e que vinham causando insegurança entre moradores da cidade.
Cumprimento dos mandados
No primeiro endereço, localizado no Setor Boa Esperança, os policiais encontraram a investigada de iniciais J.G., de 56 anos, e seu filho, R.G.S., de 31 anos. Durante as buscas, foram apreendidos uma arma de fogo artesanal calibre 36, três munições, aproximadamente 21 porções de substância semelhante ao crack, uma porção de maconha e R$ 345 em dinheiro.
Segundo a Polícia Civil, um dos envolvidos admitiu a prática do tráfico de drogas durante a abordagem.
Em outra frente da operação, uma equipe esteve em uma residência no Setor Babilônia, pertencente a J.M.G. No imóvel, apontado como local de desordem pública e possível receptação de objetos furtados, os agentes localizaram um revólver calibre .32 da marca Taurus escondido em uma gaveta, além de porções de cocaína — algumas já embaladas para comercialização — e maconha. O morador foi preso em flagrante por tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo.
Presos encaminhados ao sistema penal
Os três envolvidos foram levados para a 11ª Central de Atendimento da Polícia Civil, em Porto Nacional, onde foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse irregular de arma de fogo.
De acordo com a Polícia Civil, a desarticulação desses pontos de venda de drogas é considerada fundamental para reduzir a criminalidade em Ponte Alta do Tocantins, município onde o tráfico está relacionado ao aumento de furtos e outros crimes violentos.
Após os procedimentos legais, os presos foram encaminhados à Unidade Penal Regional de Porto Nacional, permanecendo à disposição da Justiça.