Paulo Mourão reafirma apoio à luta por moradia em reunião na FACOMTO

Nesta última segunda-feira (21), o candidato ao Senado, Paulo Mourão (PT), reforçou seu apoio às causas populares de luta por moradia, em reunião realizada na sede da Federação das Associações Comunitárias de Moradores do Tocantins (Facomto).

Com a presença da diretora Veneranda Elias, e do candidato a deputado estadual pelo Coletivo Força Popular, Freitas do PT, Mourão reafirmou seu compromisso em articular a efetivação de projetos que viabilizem a construção de habitações populares no estado.

Na ocasião, Veneranda Elias, falando em nome da Facomto, reiterou o apoio da organização ao candidato petista. Em seu entendimento, a diretora de habitação da Facomto, acredita que a luta por moradia é árdua, mas com pessoas e com o apoio de Paulo Mourão, alguns entraves podem ser desfeitos.

Ela trouxe palavras de ânimo, chamando os presentes, dentre mães e pais de família e jovens a não esmurecerem e continuarem batalhando pela casa própria. O candidato ao Senado, Prof. Oswaldo (Psol), concordou com Veneranda, colocando-se como mais um nome de confiança para ajudar na luta por moradia ao lado de Paulo Mourão.

Em seus cumprimentos, Paulo Mourão exaltou a ética de Freitas, bem como o comprometimento que tem junto à Venerando com as causas sociais. Também aproveitou para referenciar o Prof. Oswaldo como alguém que “vai fazer diferença no Senado”.

Mourão chamou atenção para o que chamou de “momento delicado da política nacional”, onde confundem-se verdades e mentiras, indicando como pesquisas podem influenciar a mente do eleitorado. “Você olha uma pesquisa, às vezes, e fica acreditando sem acreditar”, acrescentou.

Ele criticou e estrutura de poder da nação. Para Mourão, existe uma força oculta que faz com que os trabalhadores dêem credibilidade à opressão que sofrem. O candidato ao Senado relacionou diretamente com os resquícios de três séculos de escravidão vividos no Brasil.

Entre suas defesas, Paulo Mourão destacou o Bolsa Família, que teve reajuste de 15,04% na semana passada e as políticas de proteção à mulher. Ele citou uma das presentes, Dona Rosa, que reclamou-lhe à falta de proteção aos idosos, ao que defendeu a garantia das políticas públicas amparadoras.