Carro da Polícia Civil do Tocantins - Foto: Polícia Civil do Tocantins
Carro da Polícia Civil do Tocantins - Foto: Polícia Civil do Tocantins

Um professor auxiliar foi indiciado pela Polícia Civil por assédio sexual contra alunas adolescentes de uma unidade de ensino em Taguatinga, no sudeste do Tocantins. Além do indiciamento, a Justiça determinou o afastamento imediato do investigado de suas atividades profissionais e proibiu que ele exerça qualquer função em instituições de ensino enquanto responde ao processo.

As investigações, conduzidas pela equipe da 103ª Delegacia de Polícia de Taguatinga, apontam que o professor teria realizado repetidas investidas de cunho sexual contra estudantes, aproveitando-se da posição de autoridade exercida no ambiente escolar.

Durante o andamento do inquérito, novos relatos de possíveis vítimas chegaram ao conhecimento da polícia e passaram a integrar as diligências. Conforme a Polícia Civil, ao ser interrogado, o investigado confessou as condutas atribuídas a ele.

A corporação não divulgou a identidade do professor nem o nome da instituição de ensino onde os fatos teriam ocorrido.

Além do afastamento das funções, a Justiça proibiu o investigado de atuar em qualquer escola, de se aproximar de instituições de ensino e quadras esportivas, bem como de manter contato com as vítimas, familiares e testemunhas por qualquer meio de comunicação.

Na decisão, o magistrado destacou a existência de indícios suficientes de autoria e materialidade, além do risco de reiteração das condutas. Segundo o entendimento judicial, o investigado teria se valido da posição de professor para cometer os crimes.

As medidas cautelares foram adotadas com o objetivo de preservar a integridade física e psicológica das estudantes durante a tramitação do processo criminal.