Inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público, que dará continuidade às medidas legais cabíveis - Foto: Divulgação PCTO
Inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público, que dará continuidade às medidas legais cabíveis - Foto: Divulgação PCTO

A Polícia Civil do Tocantins concluiu, nesta segunda-feira (25), o inquérito da segunda fase da Operação Custos, conduzida pela Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC) de Palmas. Um jovem de 23 anos foi indiciado pelo crime de armazenamento de material contendo abuso sexual infantojuvenil.

As investigações tiveram início após o compartilhamento de informações pela Polícia Federal, por meio da Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos (DCIBER). Segundo a apuração, o suspeito, morador de Palmas, estaria armazenando uma grande quantidade de imagens e vídeos com conteúdo ilícito envolvendo crianças e adolescentes.

Durante o avanço das diligências, a Polícia Civil cumpriu mandados de prisão temporária e de busca e apreensão no endereço do investigado. Na operação, dispositivos eletrônicos foram recolhidos e encaminhados para perícia técnica.

De acordo com a análise do material apreendido, os peritos identificaram um volume ainda maior de arquivos ilegais armazenados nos equipamentos do suspeito. Diante das novas evidências, a autoridade policial solicitou à Justiça a conversão da prisão temporária em preventiva, medida autorizada e cumprida no último sábado (23).

O delegado responsável pelo caso, Lucas Brito Santana, destacou o trabalho de investigação e o combate aos crimes praticados no ambiente virtual.

“A conclusão do inquérito reforça o compromisso da Polícia Civil no enfrentamento de crimes dessa natureza, especialmente no ambiente digital. Seguimos atuando de forma rigorosa para identificar e responsabilizar os envolvidos”, afirmou.

O inquérito policial foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público, responsáveis pela continuidade das medidas legais cabíveis.