
Maju Cotrim
A campanha de reeleição do senador Eduardo Gomes tem um ativo que começa a ganhar visibilidade própria: a presença feminina. Não apenas como composição de imagem ou cumprimento de uma formalidade política, mas como força de articulação, representatividade e aproximação com as pessoas.
Nesse cenário, Arlinda Carla, esposa do senador, tem chamado atenção pela maneira simples e empática com que participa da campanha. Presente nos eventos e ativa no relacionamento com as bases, Carla transita com naturalidade, escuta lideranças e estabelece vínculos sem recorrer a discursos ensaiados ou a uma exposição artificial.

Ela tem sido um elemento surpresa positivo nessas eleições. Sua atuação ajuda a aproximar ainda mais o projeto político de Gomes das lideranças locais, das mulheres e das pautas que nascem da vida cotidiana. É uma presença que humaniza a campanha e reforça uma característica importante na política: ninguém constrói relações duradouras apenas com discursos; é preciso ouvir, acolher e estar presente.
Outro nome que amplia esse ativo feminino é o de Lusinete Bispo, tenente da Polícia Militar e suplente na chapa. Mulher negra, mãe e representante do interior, Lusinete carrega consigo múltiplas dimensões da sociedade tocantinense. Sua trajetória dialoga com mulheres que enfrentam diariamente os desafios do trabalho, da família, da segurança e da busca por reconhecimento.

Lusinete também representa a simplicidade do povo, sem que isso signifique ausência de preparo ou de força. Ao contrário: sua presença dá rosto e voz a parcelas da população que, por muito tempo, foram pouco consideradas nas grandes composições políticas.
O mandato de Eduardo Gomes já mantém conexão com causas femininas, mas a campanha oferece a oportunidade de tornar essa relação ainda mais visível, concreta e permanente. Elas possuem condições de ampliar o diálogo com as mulheres, levar demandas ao centro do debate e ajudar a traduzir o trabalho do Senado para a realidade das comunidades.
Em uma eleição na qual proximidade, identificação e confiança terão peso decisivo, o ativo feminino da campanha de Gomes pode fazer diferença. A política precisa compreender que representatividade não se resume a ocupar uma fotografia. Ela se revela na capacidade de estabelecer pontes, produzir escuta e transformar presença em participação efetiva.
Carla e Lusinete ajudam a construir essa ponte. E quanto mais autonomia, espaço e voz tiverem durante a campanha, maior será a capacidade do projeto de Eduardo Gomes de se conectar verdadeiramente com as mulheres tocantinenses.