Foto: Reprodução/TV Anhanguera
Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Passados mais de quatro anos de uma sequência de crimes que deixou seis mortos e terminou em um ataque a uma delegacia, episódio conhecido como a chacina de Miracema, a Polícia Civil do Tocantins deflagrou, nesta sexta-feira, 8, uma operação para cumprir 23 mandados de prisão preventiva e um mandado de afastamento de função pública contra policiais militares investigados no caso.

De acordo com a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/TO), os alvos da operação são suspeitos de participação direta na chacina ocorrida entre os dias 4 e 5 de fevereiro de 2022. As investigações conduzidas pela Polícia Civil indicam que os crimes teriam sido motivados pelo assassinato do sargento Anamon Rodrigues de Sousa, de 38 anos.

Segundo o inquérito, além das seis mortes, os investigados também são apontados como suspeitos de envolvimento no ataque à delegacia da Polícia Civil de Miracema, registrado no mesmo período dos homicídios. A apuração concluiu que há conexão entre os diferentes episódios ocorridos naquela ocasião.

A Polícia Civil informou ainda que apresentará mais detalhes sobre o andamento das investigações em entrevista coletiva marcada para as 14h, no auditório da Delegacia-Geral, em Palmas. O Jornal Opção Tocantins informou que entrou em contato com a Polícia Militar do Tocantins (PMTO) e aguarda posicionamento.